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" JES " LEU O ESTADO DE UMA NAÇÃO VIRTUAL E IMAGINADA NOS GABINETES ,Diz delegado da Unita na Alemanha .
Depois de teremos acompanhado e analisado com precisão o acto e os resultados da marcha que manifestava apoio ao Presidente da República José Eduardo dos Santos e seu discurso proferido há tempos atrás no Parlamento Angolano, sobre o Estado da Nação.

Fonte : Repórter Sem Limite - ponto-final.net

Os quadros da UNITA e outros Intelectuais Angolanos na Alemanha, rejeitam categoricamente o que o Presidente da República de Angola proferiu como o Estado da Nação, e abraçam assim como também louvam a Réplica do Presidente da UNITA; Dr. Isaías Samakuva ao Discurso do José Eduardo dos Santos sobre o Estado da Nação.


Primeiro: Porque o estado da Nação que o Presidente da República descreveu, não é, certamente, o estado da nossa Angola. É o estado duma Angola virtual, imaginada nos gabinetes, longe da realidade e que não dialoga com a sociedade.

Segundo: Porque o que o Presidente José Eduardo dos Santos, submeteu ao Parlamento, pela primeira vez em 34 anos de sua governação, não é ainda a Conta Geral do Estado que a Lei manda apresentar.

E terceiro: Porque os intelectuais não aceitam nem aprovam qualquer Conta Geral do Estado apresentado no parlamento cuja a execução do OGE (Orçamento Geral do Estado) nunca foi fiscalizado.

Em suma o Cidadão José Eduardo dos Santos ao ganhar a coragem de querer apresentar uma Conta Geral do Estado, tinha de ter em conta que: Quem esperou 38 anos desde a Independência de Angola para ver uma Conta Geral do Estado, merece deveria fazê-lo em condições, e não de uma forma qualquer. Pra tal, o Executivo de José Eduardo dos Santos não poderia ignorar aspectos tais como: A Transparencia, a boa governação e a prestação de contas que são os objectivos fundamentais que devem encerrar a Conta Geral do Estado.

O Executivo do Senhor Presidente da República demonstra aos angolanos, que não está comprometido com os princípios e valores relativos à boa gestão, à transparência e à verdadeira prestação de contas.


E quanto a marcha que manifestava apoio a José Eduardo dos Santos, é de lamentar, que este acto me parecia um atentado contra a Paz e a Democracia.

É um atentado contra a Paz e a Democracia, a partir do momento que em Angola surge pessoas que apoiam as acções dum Ditador. Isto porque tanto eles como o Presidente da República não reconhecem o Cidadão como o dono do poder que o atribui para um mandato renovável.

O Senhor Presidente, mostra que ele anda a procura duma outra definição para a PAZ e a DEMOCRACIA. Por isso é que se esquece que a Paz não é apenas o calar das armas.

A Paz também seria a ausência de todo o conflito interno, por isso é que ainda se constata o descontentamento interno na divisão do Poder em Angola.

O Presidente Dos Santos e o MPLA dizem que, QUEM ACUSA ZÉ DÚ É CONTRA A PAZ EM ANGOLA.

Mas no meu ponto de vista para conhecermos entre o José Eduardo dos Santos e o Povo Angolano ''QUEM É CONTRA A PAZ EM ANGOLA'' teremos que perguntar:

1 – Quem é que usa as forças policiais e outros órgãos do Estado para promover a Intimidação na Sociedade Angolana e como consequencia surgem detenções e prisões arbitrárias, desalojamentos forçados, expropriação ilegal de terras e outras violações sistémicas dos direitos humanos ?

2 – Quem é que transformou os Tribunais Angolanos em instrumentos da ditadura do poder político ?

3 – Quem é que viola sistematicamente o direito à liberdade e ao pluralismo de informação ?

4 – Quem é que impede o eleitor de exercer o seu Dever Cívico ?

5 – Quem é que combate os manifestantes pacíficos com balas reais ?

6 – Quem é que impede o angolano em exercer a sua Cidadania ?

7 – Quem é que ocupa militarmente e ilegalmente os países vizinhos sem o conhecimento do Parlamento Angolano para fins de exploração ilegal do petróleo e das Terras Raras ?

8 – Como se chama esta pessoa ?

9 – Pode esta pessoa ser arquitecto da Paz ?


As minhas análises apontam que o Regime Ditatorial de José Eduardo dos Santos superou o do Ex-Presidente de Uganda Idi Amin Dada cuja as Violações dos Direitos Humanos, a Repressão Política, a Perseguição Étnica, os Assassinatos, o Nepotísmo, a Corrupção e a má Gestão Económica também caracterizavam o seu Governo.


O Regime do José Eduardo dos Santos põe a Segurança do Estado em risco. Eu presumo que o Dos Santos anda a procura e não encontra um adversário que quer guerra com ele para ensaiar os seus equipamentos militar que acumulou em Angola, por isso é que está a provocar os países vizinhos para que haja qualquer conflito, mas ele tem de se lembrar que o Regime Ditatorial de Oito anos do Idi Amin, foi encerrado apartir de momento que a Uganda atacou a Tanzânia em 1978, onde Amin tentou anexar a Região de Kagera e como consequência, o encerramento do seu Regime Ditatorial forçou o seu exílio primeiramente na Líbia e posteriormente na Arábia Saudita, onde viveu até a sua morte em 16 de Agosto de 2003.


No meu ponto de vista, a suposta frequência da FLEC no território Congolês segundo as declarações feitas pelo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Angola à Lusa em Luanda, nao pode justificar a presença de aproximadamente 500 militares angolanos na região de Kimongo. Porque o Presidente Dos Santos e o MPLA sabem o que eles andam a procura nos territórios dos países vizinhos sem o conhecimento do Parlamento Angolano.

Do outro lado, as incidências actuais entre Angola, Congo Kinshasa e Congo Brazzaville reflectem a mal governação do Presidente dos Santos e o MPLA, porque 34 anos no Poder seria suficiente para que um Governo conhecesse todos os limites e traçasse os marcos fronteiriços visíveis do país que governa.


As incidências entre a República do Congo Kinshasa e Angola no meu ponto de vista podem ainda ser uma sequência dos conflitos passados e estar relacionado com o corredor marítimo nas águas profundas da Bacia do Baixo Congo, na qual no anos pretéritos a RDC alegava que os blocos 15 e 30 aos quais atribuía uma produção diária de 600 mil barris por dia estão nas suas águas e não no largo de Cabinda, pelo que os dividendos deveriam ir para as suas contas e não para as contas de Angola.

Em Julho de 2008 Angola e a RDC chegaram a um acordo sobre o estabelecimento de um corredor marítimo nas águas profundas da Bacia do Baixo Congo, no qual seriam definidas áreas de interesse comum que apresentassem depósitos de hidrocarbonetos e cujos benefícios financeiros seriam equitativamente repartidos. O corredor em questão está situado na área marítima angolana a Sul do bloco 14 e a Norte dos Blocos 15 e 31, e não inclui os depósitos que na altura deste entendimento já tivessem sido descobertos pelos operadores das concessões angolanas.

Este arranjo durou muito pouco tempo. Poucos meses depois o então ministro dos Recursos Naturais na época Isekemanga Nkeka, dizia que Angola tinha aceite aquele acordo, para desviar a atenção da sua própria ocupação de zonas congolesas.

O tom amarelado das declarações do governante congolês abriu caminho a um mal-estar que esteve quase a despoletar uma cimeira específica entre os chefes de Estado de ambos os países. Então Luanda e Kinshasa se apresentaram com posições mais próximas de um contencioso do que de uma aproximação. Numa declaração que fez a 25 de Março o então ministro dos Recursos Naturais, Rene Nkeka, disse que grande parte das produções de Angola “era extraída de plataformas angolanas em águas congolesas, pelo que “se não fossem capazes de resolver estes problemas recorreriam a instituições internacionais com esta vocação”.

Segundo o Rene Nkeka, a RDC deveria estar a produzir entre 500 mil e 1 milhão de barris por dia, «se Angola não estivesse ali”. Nos seus cálculos, se se recuperasse nada mais do que o Bloco 15, que produzia 400 mil barris por dia, «estaríam a falar de 450 mil barris”.

Delimitado por Angola e pela República do Congo, outro exportador de petróleo a RDC, produzia cerca de 50 mil barris por dia das suas operações on-shore na província do Baixo Congo.

Embora os dois governos tivessem continuado a conversar sobre esta questão, assim como sobre o contencioso que os opunha no eixo Bandundu- Lunda Norte, a verdade é que este dossier podia ser decidido pela Comissão de Limites das Plataformas Continentais. Pouco incomodada com a decisão de Kinshasa de inviabilizar um acordo, Angola levou adiante os seus planos de expansão da sua fronteira marítima, sendo que o primeiro passo foi a aprovação pelo Parlamento de uma resolução que autorizava o governo a submeter à ONU um pedido para extensão da fronteira marítima por mais 150 milhas náuticas.

Em Maio de 2011 Angola enviou às Nações Unidas um relatório preliminar, tendo prometido enviar o dossier completo em 2013.

Kinshasa respondia dizendo que não se revia nos projectos de Angola.
As Nações Unidas apenas devia agendar a discussão desta matéria depois que receberem a versão final do pedido submetido por Angola em 2011.

Portanto é o senhor Dos Santos que está habituado a provocar e a fazer guerra por isso é que o seu Regime em 1997 apoiou com tropas angolanas o Presidente da República do Congo Brazzaville, Denis Sassou Nguesso, a regressar ao poder , na sequência de uma guerra civil.

E é ele mesmo que ameaça a Segurança do Estado Angolano apartir do momento que o seu Regime não quer assinar a Convenção das Nações Unidas que proíbe o armazenamento e o uso de Armas Químicas.
2 Comentários
Avelino Tchiwila
30/10/2013 19:38
Já choramos muito, já lamentamos muito, já criticamos muito, já mostramos muitas verdades ao povo angolano e ao mundo. Já mostrou - se a melhor diplomacia e o melhor civismo politico aos angolanos e ao mundo. AGORA FIQUE UMA QUESTÃO: O QUE FAZER DEPOIS DE TODA NEGAÇÃO? AGORA SÃO DEPUTADOS QUE NÃO DEVEM FISCALIZAR AS ACTIVIDADES DO EXECUTIVO DE ANGOLA. O QUE FAZER PARA QUE A VONTADE DO POVO, PROPRIETÁRIO DA SOBERANIA SE IMPERE? bOA NOITE
Avelino Tchiwila
30/10/2013 21:27
... já dizia o saudoso Dr Savimbi, que se a UNITA enfraquece, ninguém conseguirá fazer frente ao governo...
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