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Ronaldo contrata advogado para se defender de acusação que pode dar prisão perpétua
Ronaldo contrata advogado para se defender de acusação que pode dar prisão perpétua

Jogador português tem 20 dias para responder à intimação. Já contratou o mais conceituado advogado em direito criminal de Las Vegas, David Chesnoff, o mesmo que prepara a defesa do produtor Harvey Weinstein.

Se for julgado e declarado culpado do crime de violação no âmbito de um processo penal, Cristiano Ronaldo arrisca uma pena de prisão perpétua. No estado do Nevada, onde uma acção cível foi apresentada há uma semana, num tribunal do condado de Clarck, na cidade de Las Vegas, as agressões sexuais são encaradas o crime mais grave logo depois do homicídio. Mas, para que a condenação ocorra, Kathryn Mayorga tem de conseguir provar, acima de qualquer dúvida razoável, que as lacerações no ânus que tinha quando apresentou a primeira queixa resultaram de sexo forçado e não consensual.

E o jogador português parece querer jogar pelo seguro. Para se defender, contratou aquele que é considerado o mais conceituado advogado em direito criminal de Las Vegas, David Chesnoff. Segundo a imprensa norte-americana, este advogado integra a equipa responsável pela defesa do produtor Harvey Weinstein, acusado de assédio sexual por várias actrizes de Hollywood.

E o seu portefólio de clientes é um verdadeiro cardápio de estrelas, entre as quais a socialite Paris Hilton, a apresentadora Martha Stewart, a cantora Britney Spears, o ilusionista David Copperfield e o ex-basquetebolista Shaquille O’Neal, entre outros. Chesnoff, a quem o Wall Street Journal se referia em 2007 como o advogado a quem telefonar se alguém se meter em sarilhos em Las Vegas, já negou categoricamente a veracidade das acusações, num comunicado em que expressou a sua fé no sistema judicial norte-americano.


No mesmo comunicado, citado pelas agências internacionais, Chesnoff asseverou que a polícia de Las Vegas que recepcionou a queixa apresentada por Kathryn em 2009 não encontrou razões para avançar com uma queixa-crime. Esta semana, o gabinete de informação pública do Departamento da Polícia Metropolitana de Las Vegas confirmou ao PÚBLICO que, no dia 13 de Junho de 2009, respondeu a uma chamada de agressão sexual e que a vítima “não divulgou aos detectives o local do incidente nem uma descrição do suspeito”.



lusa
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