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Moisés Sotto Mayor : O dia seguinte dos que desgovernaram Angola
Moisés Sotto Mayor : O dia seguinte dos que desgovernaram Angola


O DIA SEGUINTE DOS QUE DESGOVERNARAM ANGOLA.

As detenções ou prisões preventivas que decorrem nestes últimos dias em Angola formam O DIA SEGUINTE de todos aqueles que se apoderam e se imponderaram com dinheiros públicos e por conseguinte provocaram grandes danos humanos na vida das populações e até mesmo chegaram ao ponto de enfraquecer a Soberania Nacional.

– Como já disse da outra vez – um Estado sem dinheiro é um Estado sem razão!

O que implica classificar, que os crimes de natureza soberana, como o alegado desfalque do Fundo Soberano são crimes Contra Segurança do Estado e indirectamente podem significar genocídio.

Das opiniões recolhidas da Critica Popular e da Opinião Pública, sobre o assunto bastante badalado no seio da população, encontra-se uma variedade de interpretações avulsas que contrariam as expectativas de que a justiça será feita, os casos de detenção dos novos inquilinos do Distrito Urbano do Rangel – encarcerados na Prisão Hospital – Cadeia de São Paulo, situada no antigo bairro indígena ao lado da Cidadela Desportiva, passou a ser a conversa do dia-a-dia.

Muitos dos cidadãos têm em mente que estas são apenas acções judiciais pedagógicas. Acrescentam à estas interpretações a ideia de que tudo é prenúncio de motivação propositada de num futuro usarem estas acções legalmente comprometidas com a justiça para sustentar detenções arbitrárias, usando o grau comparativo, entre personalidades ou pessoas.

Dizendo-se que: se aqueles responderam criminalmente porquê é que o fulano e o sicrano não podem ser intimados judicialmente. É legítimo, quando se tratam todos iguais em direitos e obrigações. Mas no entanto, Por detrás destes protestos, poderão existir excesso de zelo para alimentar vinganças privadas ou injustiças pessoas.

Outras interpretações estão mais ousadas pelo sentimento de vingança. Não veem a execução das detenções como um acto de justiça. Entendem as detenções, conjugando-as com a Lei de Talião, pagamento de vinganças recalcados que não transitaram no processo de Reconciliação nacional esgotado de interesse Nacional.

Os que têm a mente formatada no sentido da vingança, são aqueles que interpretam o momento actual como uma era de perseguição aos detidos no caso de corrupção e, consequentemente, os que entendem que os endinheirados pela função pública travaram o processo de Reconciliação Nacional para impedirem a melhor distribuição da Renda Nacional; criando dependência, e com dinheiros públicos, os demais compatriotas, foram transformados em inimigos e mantidos ao serviço de um grupo.

No período de transição em que vivemos, indivíduos munidos de privilégios e abusos da governação, organizaram um Gang com o objectivo de privatizar os mercados públicos e aproveitaram-se desta fase de transição de José Eduardo dos Santos para João Lourenço na governação e no Partido, e da dita bicefalia em que Angola ficou sem Dama nem Roque, com o subterfúgio de iniciativa privada e empreendedorismo, ultimar o saque ao Erário Nacional.

UMA COISA É CERTA: OU O PRESIDENTE DA REPÚBLICA VAI ATÉ ÀS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS DA SAGA, EM QUE FIZEMOS TODOS PARTE, UNS FIGURANTES E OUTROS PROTAGONISTAS, OU CAI NO DESCRÉDITO TOTAL.





Por : Moisés Sotto Mayor
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