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Felix Miranda : Estou preocupado o jovem Lucas Chivukuvuku perdeu a vida da forma mais brutal e animalesca
ESTOU PREOCUPADO
O JOVEM LUCAS CHIVUKUVUKU PERDEU A VIDA DA FORMA MAIS BRUTAL E ANIMALESCA.

COMO HUMANOS, TITULARES OU RESPONSÁVEIS DE ELEVADOS CARGOS OU CIDADÃOS COMUNS, TODOS NÓS, NINGUÉM ESTÁ IMUNE DE SOFRER UM APARATOSO ACIDENTE OU SER ALVOS DE ATENTADO DE QUALQUER ÍNDOLE.

Repito o que farta vez afirmei: “HOJE É ELE, AMANHÃ PODERÁ SER EU, QUALQUER UM DE NÓS, NINGUÉM ESTÁ BLINDADO À ESSES VIS E MACABROS ATENTADOS.”

No caso mais específico, como não dar razão à Donald Trump quando compara a vida dos africanos com a dos animais (irracionais) e fazem essa acusação aos presidentes dos respectivos países que tratam seus povos como tal? Esta aferência de certo modo lesível na sua profundidade do suposto “ORGULHO DE SER AFRICANO”, ou seja: “ORGULHO DE SER ANGOLANO”, que como ser humano e me elevando a dimensão de outros humanos como eu, por exemplo, do mundo estável, onde a Moral e o respeito à vida humana se sobrepõem à tudo o resto, me deixa revoltado e forçado a me inclinar ante as declarações de Trump para com À África e os seus mais altos e proeminentes dignitários, da qual Angola está contida.

No cumprimento de um dever Moral, como angolano, amigo da família Chivukuvuku e companheiro do pai do Lucas o Dr Américo Chivukuvuku, estou a acompanhar de perto o infausto acontecimento que ceifou a vida do jovem Lucas Chivukuvuku. E, aquilo que pude ver e constatar, sinceramente me deixa não só consternado, mas acima de tudo com a convicção quase absoluta de que a vida dos africanos não tem qualquer valor.


Este caso do Lucas deveria servir de veículo mensageiro a todos os humanos de alma e consciência para apelarem ao bom senso de outros para que estes acidentes ou atentados, de circunstância ou encomendados, não se repercutam com a normalidade e indiferença que temos vindo a acompanhar.

O mundo todo, inclusive os órgãos de Comunicação angolanos, ofereceram uma cobertura sem precedentes da operação de resgate que decorre dos 13 meninos tailandeses (Tailândia), encurralados numa gruta por razões naturais, e a propaganda quanto aos meios ou aparato impressionante envolvido e exibido para o seu resgate, com notícias de minuto à minuto.

Por cá, África vs Angola, acidentes com danos irreparáveis, mortes trágicas e violentíssimas se sucedem que vitimam cinco, dez ou mais pessoas, muitas vezes com causas e culpa formada e praticamente dirigentes quem de direito, comunicadores, jornalistas, agentes associativos dos Direitos Humanos ou não, se deixam arrastar pelo faz de contas, ouvidos de mercador ou olhos de cego; tamanha é a insensibilidade.

Por outro lado, particularmente em Angola, recebemos todos os dias recados e ralhetes na maior parte intimidatórios a pedirem o comportamento cívico dos cidadãos, mas em troca somos admoestados por carga negativa, violência e mortes inexplicáveis, quando nos países que avançam até a morte de um cão merece uma explicação de fonte oficial, pois poderá ter sido o indício de uma peste ou coisa do gênero. Ao contrário, nestas paragens africanas, os casos mais milindrosos são raras vezes ou nunca devidamente esclarecidos, limitando-se às lamentações e condolências às famílias assoladas. “Que desfecho terá esse do Lucas Chivukuvuku?” Mãos na consciência!
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