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A Helpo, a ONG do projeto Futuros Presidentes
A Helpo, a ONG do projeto Futuros Presidentes

Futuros Presidentes: Diário de uma viagem por Moçambique



Criada em 2008, a Helpo está presente em Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné Bissau. Tem como objetivo a promoção do desenvolvimento através da educação e da nutrição
Dois edifícios (três salas de aula cada) construídos pela Helpo, na Escola Primária de Natôa, província de Nampula, Moçambique. O financiamento foi obtido com o dinheiro recebido pela consignação de 0,5% do IRS dos portugueses relativo a 2016. A escola foi inaugurada durante este mês de fevereiro

Dois edifícios (três salas de aula cada) construídos pela Helpo, na Escola Primária de Natôa, província de Nampula, Moçambique. O financiamento foi obtido com o dinheiro recebido pela consignação de 0,5% do IRS dos portugueses relativo a 2016. A escola foi inaugurada durante este mês de fevereiro

A Associação Helpo é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento que desempenha a sua atividade desde 2008 em Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau, para a promoção do desenvolvimento através da educação e da nutrição.

A Helpo desenvolve a sua atividade em 38 comunidades rurais e 52 centros de intervenção, através da construção de escolas, bibliotecas, creches, centros de nutrição, cantinas escolares, sistemas de aproveitamento de águas pluviais, formação comunitária, educação para a saúde, assistência e formação contínua. A Helpo financia as suas atividades através do Programa de Apadrinhamento de Crianças à Distância, donativos livres, projetos financiados por agências internacionais e empresas chegando a mais de 19 000 crianças. Viver saudável desde o nascimento, ter acesso à educação e alcançar melhores oportunidades de vida são os objetivos que nos movem.

Começámos por trabalhar no setor da educação através da construção e equipamento de estruturas escolares e fornecimento de material a crianças e professores. O nosso principal objetivo era e é fazer com que as crianças frequentem a escola durante mais tempo, passem mais horas na escola e concluam mais ciclos escolares de forma a adiar a entrada abrupta na idade adulta, no casamento e na maternidade/paternidade, e a permitir uma maior aquisição de competências que as ajude a tornarem-se adultos mais preparados.

Depressa percebemos que de forma a cumprir esses propósitos, a intervenção nas comunidades teria que ser mais abrangente: passámos a trabalhar em formações comunitárias, acesso à água, construção e equipamento de bibliotecas, nutrição materno-infantil e suporte de bolsas de estudo.

Em 2009, demos início à nossa intervenção em São Tomé e Príncipe que, a partir de 2012, ganhou outra dimensão através de um protocolo com o Ministério da Saúde, ao abrigo do qual demos início a uma intervenção na área da nutrição, em ambiente de consulta, internamento e assistência alimentar. Ao longo dos últimos anos trabalhámos com o Programa Alimentar Mundial, a UNICEF, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua em áreas como a fortificação alimentar em micronutrientes em pó (em todas as crianças dos 0 aos 5 anos de idade), o cultivo de hortas pedagógicas e as boas práticas utilizadas a este nível (com todas as escolas a nível nacional), com a alimentação das gestantes e lactantes portadoras de HIV/SIDA em parceria com o plano nacional de nutrição.

Em 2017, demos início à nossa intervenção na Guiné Bissau integrados num projeto que tem como coordenador a ONGD VIDA, convidados para implementar as atividades que neste projeto estão relacionadas com a nutrição materno-infantil.

As nossas equipas estão radicadas de forma permanente no terreno e agem de acordo com as estratégias de governo dos países onde trabalhamos e pelos quais somos autorizados para trabalhar. Temos a parceria dos ministérios que tutelam as nossas áreas de atuação e trabalhamos com uma rede de agentes comunitários formados por nós e reciclados trimestralmente nesta sua formação.



Fonte : visao.sapo.pt
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