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O que ficou para trás
Tanta coisa que ficou para trás, mas que se encontra registada na minha memória, dessa Angola imensa, e depois de o progresso a ter transformado, as estradas asfaltadas a permitirem viagens rápidas, cômodas, senti- las nas réctas a perderem-se até ao limite da própria, vista, mas sem se perder a noção daquele sentimento íntimo de liberdade, já que a envolvência da natureza, o espaço e o horizonte eram e são três argumentos que nos permitem a sensação do isolamento, mesmo que mais companhia houvesse na estrada que percorríamos . Mas muito para trás, nos tempos distantes da poeira ou da lama, na estrada esburacada e na viagem incomoda.

pelos solavancos, a sensação da. viagem mais lenta, mais africana, não deixava de ser similar, porque os mesmos três argumentos se sentiam do mesmo modo, podiam as condições serem, eram com certeza diferentes, mas a marca permanecia igual, Angola não tinha mudado tanto assim, as condições pela modernização de processos é que se tinham transformado e não mudado a ela, já que a par do asfalto, existem as picadas como a garantir a repetição das histórias do passado, ela é tão imensamente grande, que pode guardar no seu seio, a par, a história do presente sem permitir que se esqueça a história do passado, porque ainda hoje, posso viajar comodamente no asfalto ou ficar embaraçado, com os problemas que tenha de resolver, se tiver a viajar fora dele. Nesse aspecto, Angola ganhou duas faces, uma que não se apaga, outra que se alterou.



Por : Eduardo Torres‎
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