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Moisés Sotto Maior " Não fui eu " A paz e os delírios dos cidadãos
NÃO FUI EU
- A PAZ E OS DELÍRIOS DOS CIDADÃOS

Não fui eu quem derrubei o Muro de Berlim e pus fim o comunismo!...

Não fui eu quem matei Virgílio Sotto Mayor e Hojy Ya Henda, para me tornar herói em sua substituição!...

Não fui eu!.. Juro por tudo quanto mais é sagrado, não fui eu!...

Não fui eu quem deixei cair a Ex- DNIC – Direcção Nacional de Investigação Criminal e apaguei ficheiros judiciais que datam desde 1930!

Não fui eu quem transferi para fins inconfessáveis os 500 milhões de dólares do Erário Público angolano para o estrangeiro!... Não… fui… eu!...

Não fui eu quem prometi um milhão de casas e não as construí. Não sou eu quem luta contra o direito de privacidade e da liberdade dos jovens, nubentes, recém-casados, casados e enamorados, que sucubem ao desespero da aquisição de uma casa para construir o bem-estar de seus lares…

Não fui eu quem exarei o decreto secreto, contra a juventude recém formada, exigindo-lhes 5 anos de experiência de trabalho que serviu para promover o desemprego, a fome e a miséria, e com isso, a criminalidade tomar conta das mentes e corações da juventude angolana desesperada… não fui eu!...
Não fui eu!

Vossa excelências, não sou cúmplice da burla de 50 biliões de dólares, que as investigações competentes dos Serviços de Investigação Criminal intercetaram a tempo e hora…

Não sou eu quem goza de imunidade e fiz da imunidade, um uniforme camuflado, tornei cúmplice, das minhas falcatruas a Segurança Nacional e transportei sem vistória, o Erário Público ou bem dizer – a económia de Angola – para o estrangeiro e deixei os outros desgraçados e o país sem futuro! Não fui eu!…
Não fui eu quem arquictetei a Paz e por detrás decretei a desgraça que mata mais que a guerra… não fui eu!...

São eles, que mesmo averiguando existir calúnia e difamação, não se desculpam, ao contrário culpam e espalham o ódio contra os inocentes e a perseguição contra a honestidade até aos lares e a vida sentimental dos inocentes. É com esse fundo obscuro que se salva a imunidade que não aperfeiçoa virtudes e os maus condenam a nossa inocência, construida contra as fraquezas que são impostas a maioria dos cidadãos!

Não fui eu quem, cabimentei no Orçamento Geral do Estado, durante quatro décadas, salários dignos nunca materializados, adjudicações pré-pagas de serviços de saúde, educação e obras públicas, que nunca foram executadas, que por sinal, serviram simplesmente para alimentar o enriquecimento ilícito de um grupo, a fuga de capitais e fomentar a falta de futuro, o desemprego para enfraquecer a felicidade dos lares e o poder intelectual dos angolanos.

Não fui eu quem legalizei falsos pastores e estruturas mundanas e improvisadas – disfarçadas em igrejas cuja a origem, oobjectivo e motivos são próprios de Deus – que em nome do Estado Laico, os falsos pastores projectam a perseguição do Bem-estar dos angolanos, obrigando-lhes a venderem tudo que compõe a paz e Bem-estar humano para pagarem dízimos infernais e por fim, as populações ficarem eternamente destituídos dos lares e presos na crença dos demónios da impunidade.

Meretíssimo juíz diante de sua venerada mundividência, permita-me dizer: Se eles gozam de imunidades, eu gozo de inocência e de honestidade!… durante 42 anos de Independência Nacional, enquanto eles delapidavam a Económia Nacional e redesenhavam as injustiças sociais, igualzinho ao colono, para instaurar o neocolonialismo – me mantive fiel, com os demais compatriotas, a grande maioria, a construir o Erário Público debaixo de salários congelados, sacrificios patrióticos consentidos para assegurar a Reconciliação, e Unidade Nacional e criar antecipadamente uma plataforma de paz duradoura.

Viva a paz,
Abaixo a Desgraça Nacional!
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