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Crise que foi evitada poderia ter feito de Angola uma Venezuela, diz governador
O plano para a saída da crise permitiu chegar a “uma situação mais estável”, garante Valter Filipe, há um ano à frente do Banco Nacional de Angola.

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Consegue ver? José Costa Rodrigues da Forall Phone fazedores É português, tem 21 anos e um negócio de um milhão de euros “O que se previa no primeiro semestre de 2016 é que Angola entraria, em agosto, na situação em que a Venezuela hoje vive.

Neste momento, devíamos ter filas de pessoas para comprar medicamentos nas farmácias, para comprar alimentos nas lojas”, disse Valter Filipe Duarte da Silva, governador do Banco Nacional de Angola, em entrevista à Televisão Pública de Angola, sobre a estratégia adotada pelo governo para fazer face à grave crise financeira e evitar uma crise cambial.

Na mesma entrevista, que serviu para fazer o balanço do primeiro ano à frente do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe referiu que a perda das reservas internacionais levaria, em menos de seis meses, a uma situação de crise cambial: “Angola deixaria de ter dinheiro suficiente para importar as mercadorias necessárias para o consumo interno.” De acordo com o governador, o plano aprovado pelo Executivo para a saída da crise permitiu chegar a “uma situação mais estável”.

Uma das principais preocupações foi o controlo da moeda através de uma política restritiva : “Tínhamos muitos kwanzas no mercado e muito poucos dólares. Na procura e oferta da moeda tínhamos grande procura sobre a moeda externa, o que criava um grande impacto sobre a taxa de câmbio informal e sobre a taxa de inflação. Para controlar a inflação era necessária esta política restritiva, que estamos a implementar”. Video Player E esta política teve resultado:


“A taxa de câmbio informal chegou a estar a 600 kwanzas para um dólar, hoje está a 340″, reforçou o governador. Além disso, foi possível manter o poder de compra das famílias, garante Valter Filipe, graças à opção por “uma política monetária restritiva sem desvalorização da moeda”. Sobre o sistema financeiro, atualmente em fase de reforma, Valter Filipe destacou a importância de “reforçar uma cultura de ética, da moral e do cumprimento da deontologia profissional na banca financeira para manter a estabilidade, a credibilidade e a confiança”.


O governador considera que a banca angolana “está melhor do que estava”, mas sublinhou a necessidade de reforçar “a prevenção e o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo”. O governador do Banco Nacional de Angola sublinhou ainda a necessidade de criar condições para reduzir a pobreza em Angola: “Mais de 70% das nossas famílias têm de ser da classe média.


Para isto é importante ter um sistema financeiro que seja um instrumento ao serviço da prosperidade das famílias e do desenvolvimento angolano. Neste contexto, o petróleo já não e um instrumento estratégico para o desenvolvimento”.



Fonte : lusa
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