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A intriga como ferramenta de ascensão e de manutenção de poder
A intriga como ferramenta de ascensão e de manutenção de poder

Por: Manuel Tandu

Vivemos numa sociedade que se rege por leis... a instituição religiosa também tem desempenhado a sua função... com o advento da paz, um ganho resultante das orações, da vontade de ver o mwangolé sorrindo e progredindo, de enormes sacrifícios... se ontem o país tinha escassez de doutores... hoje todos nós somos doutores. Partindo da máxima que "na resolução de um problema surge um outro problema".

Então, o ser doutor, passou a ter foco mais na bangalogia, (ciência que se dedica ao estudo da banga) exigindo-se assim o ter poder financeiro, e não o provar no dia-a-dia no seio da comunidade, na igreja, no local de trabalho, numa associação cívica, numa formação ou organização política que se tem esse nível acadêmico, através da capacidade de dar o tratamento de diversas materiais.

Como o ser doutor passou a ter foco na bangalogia e não no fazer diferente e melhor nas ocupações diárias... Então se passou a viver numa corrida frenética para ascensão e para manutenção do poder. E nessa corrida frenética, se passou a se optar pela via dos "fins justificam os meios" se tendo a intriga como o meio para materialização desse fim.

Deste modo a luta em vez de passar a ser, o fazer diferente e melhor pela causa, pela sociedade... afim de que o grau de doutor que se ostenta seja uma mais -valia. Ou em vez de se exercer de modo diferente e melhor a incumbência de modo a manter-se no exercício das funções ou se ascender... se tem se dedicado em fazer intriga para se ascender ou para se manter no exercício da incumbência...

E há casos onde quem esta encarregue de exercer uma ocupação. Não a desempenha na sua essência, pois os intriguistas nessa sede insaciável de ter ou de manter o poder, o colocam no estado de insegurança permanente... a ponto do mesmo temer a sua própria sombra!

Usando os termos: "... aquele, mais aqueles, aqui... cuidado, cuidado... ". Mas, quando é confrontado... para apresentar factos, desses cuidados doentios... Não apresenta factos, nada, zero... depois vem as respostas: "ouvi dizer, ouvi dizer... ". Factos niete!

Como a preocupação tem sido mais focado na intriga e não no exercício das funções que se é incumbido. Isso leva com que os intriguistas até se esqueçam das suas ocupações... crucificam inclusive até quem da cara e assume os riscos pela causa... enquanto se "embarram"... "esmagando" o que é feito pelo mesmo... usando a intriga como a arma.

Os intriguistas até se arrogam a ponto de terem o "cahier noir"... onde constam os indesejáveis, aqueles que mesmo que defendam, deiam a cara, assumam os riscos, usem os seus próprios meios pra para dar a cara em nome da causa, mas mesmo assim estão condenando ao bloqueio! Se os intriguistas conspiram contra quem dá a cara pela causa, procuram formas de os maniatar para que não deiam a cara a favor da causa... Então o que eles defendem? A causa ou as suas barrigas!? Em vez de exercerem a política... exercem a política da barriga.

Afinal de contas quem é o intriguista. O intriguista é um sujeito que a ação que prática é a intriga. Segundo o dicionário online de Português, a intriga é uma ação ou efeito de intrigar, de maquinar ou tramar em segredo. Conversa mentirosa; fofoca ou boato. Ação realizada para prejudicar alguém; perfídia: intrigas da oposição. Que provoca ou causa conflitos; desavença.

A intriga é uma actividade improdutiva, pois não gera progresso numa sociedade, não inova, não traz mais-valia, não gera diversidade de opinião... mas ela bloqueia o progresso da sociedade, ela torna a ação duma causa improdutiva, afasta neste espaço individualidades com ideias inovadoras, impede que no seio duma organização haja o desejo de apregoar os ideais da organização... Pois desmotiva, enfraquece, destrói... torna uma sociedade, uma organização... improdutivo.

Pois muitos dos insucessos... é resultado da ação dos intriguistas, pois na sociedade, numa organização... em vez de exercerem o que lhe é incumbido, fazem intrigas, quer dizer, se desviam das incumbências e vivem da intriga, e como a intriga é improdutivo, isso depois tem um reflexo negativo..
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