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Estamos a viver uma fase muito perigosa em Angola, na qual tudo, absolutamente tudo é subvertido em função do poder pelo poder
Atropelam-se as leis, usa-se de forma enviesada a Constituição da República, ninguém fiscaliza o uso que se dá a erário público, e até a Assembleia Nacional não cumpre com o seu papel principal, porque há pessoas que se julgam acima de tudo isso; julgam-se uma casta especial, com carta branca para fazerem e desfazerem de um património (Angola) que é de todos.

Para que essa total subversão de todos os princípios constitutivos de uma República seja levada a cabo, sem grandes resistências, utilizam-se todos o instrumentos de repressão do Estado de forma unilateral e discricionária, o Exército, as forças de segurança, os serviços de inteligência e informação... Captura-se a Comunicação Social, e instrumentaliza-se um naipe muito bem selecionado de pseudo analistas que vão debitando barbaridades em série, em defesa do indefensável!

Angola está refém de um grupo de indivíduos que não olham a meios para manterem aquilo que acham ser um pressuposto indispensável para as suas vidas, que é o exercício do poder político, económico e financeiro sem nenhum tipo de controle por parte dos angolanos...

Constituíram-se numa verdadeira "Máfia", que perdeu a noção da sensatez e do equilíbrio...
Há oitenta e cinco mil hectares (85.000 has) de solos férteis no Cunene, que integram o Município inteiro do Curoca mais parte da Ombanja, que estão a ser privatizados por um grupo de indivíduos ligados ao regime angolano, para fins agroindustriais.

Populações inteiras, sem grande poder de negociação, vão ser "deslocalizadas" em função do referido projecto. Culturas autóctones de grande relevo, culturas ancestrais dos povos do sul, perder-se-ão assim para sempre...
Uma violência sem limites, vinda de gente sem escrúpulos!


Pessoas a serem tratadas como gado... Triste!




Por : Emanuel Malaquias
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