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Não resolução dos problemas leva a retomada da greve no Huambo



A greve nacional dos Professores do subsistema não-universitário foi retomada esta segunda-feira, 25 de Abril de 2017, na província do Huambo.

O facto foi confirmado pelo Presidente do SINPROF, Domingos António Kalupeteka, em entrevista a Rádio Eclésia.

O responsável assegurou que não se chegou a um acordo nas negociações mantidas com a entidade patronal, considerando legal a retomada da greve, que tem o fim previsto para 5 de Maio de 2017.

“Não houve acordos. Não temos outra saída, se não partir novamente para a greve. Porque, aliás, é sabido por todos que essa greve é legítima, o que se reclama é legítimo, e que, nós funcionários do ministério da educação somos as pessoas mais penalizadas em termos salariais e em termo de subsídio”, adiantou o responsável.

Domingos António Kalupeteka realçou que tem havido bastante injustiça sobre o reconhecimento das categorias dos funcionários do sector, o que segundo indicou, tal situação é prejudicial para o Ministério.

“E, tem havido bastante injustiça naquilo que tem a ver com os benefícios em função do cargo que cada um ocupa ou seja em função da categoria que cada um ostenta e que não é justo, que isso também leva a ociosidade dos professores, leva os professores à desmotivação o que não é bom para o ministério”.

O responsável revelou que a greve nacional do professore, convocada pelo SINPROF conta com a solidariedade das Organizações Internacionais como a OIP (Organização Internacional dos Professores) e a Federação dos Sindicatos do Brasil, e entende que não fica bem a exploração do homem pelo homem em pleno século XXI.

Segundo o responsável sindical, para além dos vários problemas reivindicados pelos professores do Subsistema do ensino, a entidade patronal ainda deve 70% atribuído aos decentes que participam nos exames, de acordo com uma circular, que foi assinada pelo ministério das finanças, em 2010, pelo decreto 1.600, de 10 de Março, que aprovou a estrutura indiciária para a carreira docente não universitária, que de acordo com o Presidente do SINPROF, os Professores recebem apenas 30% deste subsídio, desde que foi aprovado o documento.
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