.
Contacto |  Iniciar |  Impressum |  Google Translator:      
Comunicado do governo de Cabinda no exílio e da Frente de Libertação do Estado de Cabinda ( FLEC )
GOVERNO DE CABINDA NO EXÍLIO E DA FRENTE DE LIBERTAÇÃO DO ESTADO DE CABINDA (FLEC)

COMUNICADO AO POVO DE CABINDA


O Governo Cabindês no exílio da Frente de libertação do Estado de Cabinda, lançaumapelo a todos os Cabindesessejaqualfor o lugarondeestiverem para permanesseremunidos, resistirem contra o inimigo que ocupa o nossoterritorioilegalmente; para nãoparticiparemnaseleiçoes de 2017 em Angola; e de continuarem a rejeitar o memorando de acordoassinadoem 1 de agosto de 2006 entre António BentoBembe e o GovernoAngolano.

NósGoverno de Cabinda no Exilio e da FLEC, nãofomosrepresentados, e nãofomosimplicadosnasnegociaçoes;e contestamos a legitimidade do Senhor António BentoBembe.
Cabinda não é Angola

Angola é um grande inimigomilitar de Cabinda.

As autoridadesangolanas tem intimidado, continuam a intimidar , todos os que em Cabinda ousampensar de forma diferente das autoridadescoloniais de Angola.

O governoangolanonãorespeita os direitoshumanos no territorio de Cabinda.

Angola, nãosóviolou o tratado de Simulambuco de 1 de fevereiro 1885 como, peloAcordo de Alvor, transformou o Estado de Cabinda numacolónia, sendo por issoresponsavel, por tudoquando se passa no territorio de Cabinda.

Enquanto, o Governoangolanonãoaceitarnegociardirectamente com o Presidente António Luis Lopes, o únicointerlocutorvalido; e os representantes do governo de Cabinda no exílio, para encontrarumasoluçãoduradoura, para Cabinda, a guerravaicontinuar.


O dialogoentre o Governoangolano e os representantes do GovernoCabindês no exilio, é a unica via para resolver o conflito de Cabinda.

Cabinda nunca fez parte integrante de Angola. O facto da reunificação das Administrações da colónia e do protectoradoem 1955, não tem nenhumefeitonempoliticonemjurídico para os regimes das entidadesemcausa.

O Estado de Cabinda,vai de MiconjeaoIema e de Massabi a Zenze de Lucula .

No artigo 1 da constituiçãoportuguesa de 1933 referente à naçãoportuguesasempreconstava, sempre constou e ainda lá esta, que o território de Portugal era, na ÁfricaOcidental e na ÁfricaOriental, constituidopelosarquipélagos de Caboverde, Guiné, São Tomé e Principe e suasdependencias, São João Baptista de Ajuda, Cabinda, Angola e Mocambique .

O Acordo de Alvor, o únicosuporteaoqual se agarra com unhas e dentes o Governoangolano para justificar a suaapetenciaexpansionistasobre Cabinda, nãovaleunada.

O Acordo de Alvor que permitiu a independencia de Angola e a anexação por esta de Cabinda sovaleria se o MovimentoPopular de libertação de Angola (MPLA) nãoficasse no poder.

Se o Acordo de Alvor nãoserviu para nada, importa ter a mesmacoerencia no sentido de tambem o considerarinvalido no que respeita à anexação de Cabinda por Angola.

Viva o présidente António Luis Lopes e o governo de Cabinda no exílio da Frente de libertação do Estado de Cabinda,Viva os Combatentes da liberdade; Viva a UnidadeCabindesa; Viva o tratado de Simulambuco; Viva Cabinda livre.

A LUTA CONTINUA E VENCEREMOS

Feito em Paris, aos 17-02-2017

Francisco Bilendo
Representante da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC ) no Benelux
Deixar um comentário
Ponto-final reserva a si o direito de não publicação de comentários que firam os principios da boa convivência .

Que envolvam calúnia , ofensa , multiplicidade de nomes para o mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal.

Somos um espaço público e colectivo , apelamos ao respeito para bem estar de todos nós.





Ponto-Final.net