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Vulnerabilidade Social
Os sintomas de insatisfação com a actual ordem político-social nos tocam em profundidade a todo tempo: a condição miserável da maioria dos jovens, a falta de sentido para com a vida, são a prova de que “quando não conseguimos ajudar os aflitos temos que importunar que vive no conforto”!

Todo jovem sendo principiante na vida é inexperiente por natureza: e o governo angolano antipatriótico e oportunista, aproveita essa fase da vida e rotula os jovens como carentes de habilidades profissionais experimentadas. Esse é um dos factos que autêntica, que este governo não tem competência de coabitar a Reinserção Social com Reinserção Laboral. Formam-se quadros e não se lhes dão o direito de ter direitos de exercitação experimental, para despertar o talento e ocuparem os lugares envelhecidos, inovarem as experiências positivas do passado, dirimirem as negativas e darem o verdadeiro cunho futurista de desenvolvimento de que o nosso país precisa.

Quando se fala em reinserção social é bom deixar claro, que em nenhuma sociedade com valores e dedicação à condição humana: existe Reinserção Social sem Reinserção Laboral, como é o casão do nosso país. As exigências dos empregadores estatais e privados aos candidatos, ao mercado de trabalho de cinco anos de experiência; Concurso Público aos cidadãos nacionais e conceder livre arbítrio aos cidadãos expatriados a exercerem os Direitos de ordem económica; como: emprego, remuneração condigna e privilégios acessórios, tudo prova, a falta de sensatez do governo do MPLA que a 40 anos no poder promove o mercenarismo, a exclusão e todos os seguimentos que podem surgir deste flagelo imposto, que tem sido o mal pior para a degradação humana e a sociedade em si.

A desprezível exigência de experiência de trabalho a juventude nacional é um facto que tem se tornado uma vulnerabilidade negativa para a sociedade e coesão dos lares, por se formarem e recém formados. Porque os jovens condicionados, pelas diversas formas de descriminação experimentadas, provenientes de um governo de má-fé são obrigados assumiram uma postura mercenária, em benefício dos seus interesses domésticos.

Para saírem da condição de desempregados e experimentarem o primeiro emprego ingressam nas fileiras das FAA – Forças Armadas de Angola. Consequências, que de certa medida suscitam subornos de somas avultadas. Pois, como se sabe, Servir o Exército Nacional não exige experiência de trabalho. Exige por legalidade, apenas o Bilhete de Identidade e habilitações literárias, que a representação demográfica populacional juvenil, que procura pelo primeiro emprego e luta sair da situação de desempregado tem de facto. Neste contexto, o interesse de servir a pátria é refractado. Não representa o diapasão do patriotismo íntegro, que se expressa no conceito de defesa da soberania.

Os juramentos atinentes atender o interesse colectivo, são repartidos de forma directa, disputados, com os interesses pessoais. Não se considera com isso, a honestidade, coerência e a honra de que a pátria impera, o interesse supremo, a pátria, ao invés de estar acima de tudo, é posto em concurso ao interesse individual. Com a descriminação de exigência de experiência de trabalho de cinco anos aos recém formados, em boa verdade, se construiu um desequilíbrio nacional em relação a pátria ou o conceito de soberania no âmago de cada cidadão nacional.

Concluindo os cidadãos desempregados e empregados, são presos de consciência. Hoje em Angola já não é o cidadão que abre o caminho para a sociedade: é o trabalhador – o assalariado – apenas movido pelo salário, perseguido e coagido para não se expressar honestamente, para não defender, apenas tolerar a violência do governo contra a sua crença de cidadão. Sobre pena de perder o emprego e os desempregados, sobre pena de se manter desempregado de longa duração. Esse é o conceito do governo que conspira contra a Independência Nacional para torna-la dependente aos interesses de um grupo, em detrimento da maioria dos seus cidadãos…





Por : Moisés Sotto Mayor
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