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Segundo a Organização das Nações e Povos Não Representados, Cabinda está sujeita a uma ocupação militar
O conflito de Cabinda é uma insurreição separatista da Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda na província de Cabinda contra o governo de Angola e que teve inicio na década de 60 durante a era colonial portuguesa Entre as razões do conflito armado estão a do factor económico, pois Cabinda é um enclave rico em petróleo, manganésio, fosfatos, e possui muitas florestas, sendo outra o afastamento cultural já que 90% da população de Cabinda tem como primeira língua o Francês

As raízes do conflito remontam à era colonial portuguesa e a guerra colonial e têm a sua origem na exigência de que Cabinda deveria ser uma República independente.

A FLEC inicialmente combateu entre os anos de 1963 a 1974-1975 contra o governo colonial português tendo em vista a independência. Segundo a FLEC, Cabinda nunca foi parte integrante da Angola Portuguesa e não possuía ligações administrativas, laços geográficos ou históricos com Angola. Supostamente, após o 25 de Abril de 1974, Cabinda terá sido anexada no âmbito das negociações do acordo de Alvor, que conduziria à independência de Angola, onde foram intervenientes os três principais agrupamentos políticos do país na época:

o MPLA, a UNITA e a FNLA [2]. Um dos signatários, posteriormente primeiro ministro português (a partir do Outono de 1975), José Baptista Pinheiro de Azevedo, disse que o documento era um pedaço de papel sem valor [3].

Excluída das negociações, a FLEC, passou a dirigir a sua luta contra os angolanos. A partir dessa época, a posse do enclave de Cabinda tem sido reivindicada pelos independentistas que desencadearam uma actividade de guerrilha protagonizada por várias facções [4]. Os recursos petrolíferos de Cabinda são enormes [5] representando 60 por cento das reservas do petróleo de Angola, o que contribuíu para a persistência do conflito.

Desde então, um conflito latente manifesta-se no enclave, um dos mais antigos em África, em 2006 Houve um assimulação de acordo de paz com Beto Bembe que na verdade nunca existiu paz em cabinda, segundo a populaçao de diz que o Beto Bembe éo traidor da patria de cabinda, embora os signatários da FLEC não tivessem permissão comprovada para fazer tal acordo.

O conflito irrompeu novamente na primade 2010, quando os guerrilheiros atacaram um maxibombo com os jogadores de futebol de Togo, o que levou lllos líderes de Cabinda no exílio pedirem desculpa [6][7]. Na sequência desse episódio, foram feitas várias detenções, contestadas por organizações da ll civil de Cabinda e internacionais de defesa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch [carece de fontes?].

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