DENUNCIA: NA HUÍLA CONTRA PRESENÇA DE JOÃO LOURENÇO

"Nem todos que estiveram no acto de JL são habitantes do Lubango. Muitos foram transportados, como de sacos se tratassem das províncias vizinha" denúnciou uma fonte que diz ser forçado a participar num acto de massa dos Camaradas do MPLA sib pena de perder o Emprego.

Na senda das denuncias O Jovem "Gertion Dos Chi's " decreveu
"O candidato do MPLA, João Lourenço, movimentou populares dos municípios de Quipungo, Matala, Kaluquembe e Caconda por camiões para o seu comício no Lubango já que os citadinos não acorreram a esta actividade de promessas de há 40 anos!"
OS "DELÍRIOS" DE JOÃO LOURENÇO.

No seu discurso na província da Huíla, proferido hoje, 18 de Fevereiro, no quadro do início da (pré-)campanha eleitoral do seu partido, João Lourenço, o candidato a Presidente da República pelo MPLA fez uma série de afirmações que, além de constituírem um insulto velado à inteligência dos Angolanos, configuram um conjunto de delírios.

João Lourenço disse que 'vai combater a corrupção', um problema que alegou ser 'típico de economias de mercado'.

1. "COMBATE À CORRUPÇÃO": a promessa de combater a corrupção em Angola nada teria de anormal se viesse da boca de um líder de um qualquer partido na oposição, pois os partidos na oposição nunca governaram Angola, advindo disso o razoável benefício da dúvida, logo, vindo tal promessa da boca de João Lourenço, até mesmo os militantes do MPLA duvidam. Vejamos:

1.1. Os sucessivos governos do MPLA, sob direcção do corrupto-mor José Eduardo dos Santos, institucionalizaram a corrupção, ou seja, esta prática é um dos fundamentos do regime. Hoje, milhões de Angolanos vivem à base da corrupção e muitos até a consideram um direito! A corrupção tomou conta de todos os sectores da vida nacional. José Eduardo dos Santos é corrupto; os membros do seu governo e regime são corruptos; o MPLA é corrupto e milhões de Angolanos são corruptos. Então, COMO É QUE JOÃO LOURENÇO VAI COMBATER O SISTEMA CORRUPTO EM QUE FAZ PARTE?

1.2. João Lourenço faz parte da lista dos beneficiários de um corrupto esquema financeiro que levou o antigo BESA (Banco Espírito Santo Angola) à falência. Ele recebeu muitos milhões de dólares no quadro deste saque. Por outro lado, ele é possuidor de empresas avaliadas em muitos milhões de dólares. Sendo que a origem da sua riqueza é questionável, COMO ACREDITAR QUE UM CORRUPTO COMO ELE VÁ COMBATER A CORRUPÇÃO?

2. "A CORRUPÇÃO É UMA PRÁTICA PRÓPRIA DAS ECONOMIAS DE MERCADO": esta afirmação é falsa e enganosa. Vejamos:

2.1. A corrupção não é uma prática exclusiva às economias de mercado. Ele mesmo sabe que a corrupção é também uma realidade em economias planificadas. Um exemplo paradigmático são os muitos casos de corrupção ocorridos na antiga União Soviética. Aliás, a corrupção foi das principais razões do colapso económico e político daquela união de repúblicas socialistas.

2.2. João Lourenço deu a entender claramente que, visto que "a corrupção não é exclusiva à Angola", então, Angola é uma economia de mercado, quando se sabe que há no país uma espécie de "economia de acumulação primitiva e selvagem do capital", isto é, os membros da máquina mantêm um " mercado do saque do erário público"...

Fica claro que o discurso de João Lourenço não deve ser levado a sério. É conversa para boi dormir.




Por : Nuno Alvaro Dala
ADVERTÊNCIA AO PGR DE ANGOLA, JOÃO MARIA

Aviso ao Procurador Geral da República João Maria, o Ministério Público de Portugal acusa o seu compatriota Manuel Vicente de corrupção ativa.

Crime que vem sendo denunciado pela imprensa portuguesa. Esperamos de Vossa Excelência um comunicado sobre essas denuncias, o que tem feito a PGR de Angola para esclarecer sobre tais denuncias, que já estão sendo provadas pela justiça portuguesa.

Ou será que desta vez, Vossa Excelência, vai alegar, novamente, que não tem competência para julgar um criminoso, que possivelmente já está sendo procurado em toda Europa.

O que mais falta para Manuel Vicente, o Vice-presidente de Angola e sobrinho de José Eduardo dos Santos, ser denunciado pela procuradoria de angolana?

Há, nesse momento, formalmente uma acusação da justiça portuguesa; um criminoso no comanda da nação Angolana, ou na direção do Estado Angolano. Isso acaso não é motivo de preocupação?

É mais do que suficiente para que a PGR se movimente.

Por que que em Angola, os angolanos, não podem julgar seus criminosos de colarinho branco, por que que as denuncias têm que vir de fora? Até quando as provas sobre os mesmos, o Estado Angolano vai continuar a ignorar e rejeitar?

Por que a indiferença? Sempre se alegou que não existiam provas, agora, elas estão aí. Ou será que alguém vai dizer mais que é calunia de portugueses que até hoje não se contentaram em perder as colônias?

Por último, uma advertência deixamos aqui ao PGR, é crime dar proteção a criminosos e bandidos.

Nelo de Carvalho
ELEIÇÕES EM ANGOLA : UNITA JÁ SE MEXE EM BERLIN

Em Berlim, Rafael Savimbi faz apelos para a presença de observadores da UE nas eleições angolanas de Agosto de 2017. As controvérsias dos observadores da UE no último pleito angolano não assustaram o dirigente da UNITA.


João Bernardo, representante da UNITA na Alemanha (esq.), Bertil Wenger, secretário para assuntos internacionais da CDU (centro), e Rafael Savimbi, secretário-geral adjunto da UNITA (dir.)

Rafael Massanga Savimbi está em Berlim desde segunda-feira (13.02.) a colher experiências junto da CDU, a União Democrata Cristã e da sua ala bávara, a CSU, União Social-Cristã, em matéria eleitoral. O secretário-geral adjunto da UNITA, o maior partido da oposição em Angola, diz que a viagem está inserida não apenas nos preparativos das eleições previstas para agosto próximo, mas também no reforço da cooperação entre as duas formações da família da internacional democrática de centro. Na capital alemã, Savimbi reuniu-se ainda com alguns parlamentares. A DW África entrevistou Rafael Massanga Savimbi:

DW África: O que o trouxe a Alemanha?

Rafael Massanga Savimbi (RS): Estamos a aproveitar a oportunidade para pedir que haja observadores internacionais, neste caso da União Europeia, a participarem no processo eleitoral em Angola.

O ideal não é termos observadores que vêm, por exemplo, dois dias antes das eleições. Queremos que os observadores tenham algum tempo de antecedência para seguiremde perto o processo eleitoral: antes, durante e o pós.

E não somente estarem lá para assistirem apenas o ato eleitoral em si. Esperamos que haja observação internacional também para garantir maior transparência, maior abertura e também para podermos aprender com o processo, sobre as falhas, as vantagens e o que será preciso, por exemplo, prever ou evitar numa futura eleição.

DW África: A presença de observadores internacionais é consensual em Angola?

RS: Acho que é uma necessidade, porque o que queremos é ter cada vez mais processos eleitorais transparentes...
Deutschland Berlin - UNITA sucht Wahl Erfahrungen der CDU in Deutschland

Rafael Massanga Savimbi, secretário-geral adjunto da UNITA

DW África: Mas o que gostaríamos de saber é se isso já está determinado...

RS: Está em debate e acreditamos que por ser uma necessidade seja algo a ser implementado, porque de contrário vamos começar logo à partida a sentirmos que talvez haja receios. Mas a UNITA está a trabalhar para isso, está em contacto com outros grupos parlamentares, partidos políticos, e acreditamos que isso vai acontecer.

Há duas semanas esteve em Luanda uma delegação da União Europeia com quem discutimos esse aspeto. E pensamos que por ser uma necessidade terá de haver observadores.

DW África: Nas últimas eleições, os observadores eleitorais da União Europeia (UE) informaram, depois da votação, que o processo estava manchado de irregularidades. Mas dias depois recuaram na sua avaliação para carimbar positivamente as eleições. Mesmo com este episódio a UNITA continua a confiar nos observadores da UE?

RS: Queremos confiar na boa vontade, não das pessoas, mas das instituições. Razão pela qual estamos a dizer que não queremos observadores que venham para o ato [de votação], para que no final tenham uma fotografia mais realista, como forma de evitar essas contradições, de primeiro dizer uma coisa e depois outra.

E se houver mais tempo de seguir o processo, estamos em crer que a ideia também será outra e haverá uma certa coerência em relação ao que eles podem aferir no terreno.

DW África: Um conjunto de fatores determinam eleições livres, justas e transparentes, como por exemplo uma CNE (Comissão Nacional Eleitoral) independente, leis adequadas, consciencialização sobre direitos e obrigações do cidadão e até mesmo monitoria do escrutínio. O que a UNITA tem feito para garantir esses pressupostos?

RS: Esse é um desafio que podemos dizer que não é só da UNITA, é um desafio de todos os angolanos. Quanto à UNITA, o partido tem feito muito esforço no sentido de fazer com que, por exemplo, não seja o Governo a organizar todo o processo [eleitoral].


dw.de
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