AS AMBULANCIAS DESVIADAS DO HUAMBO PELO ANTIGO DIRECTOR

As ambulâncias do INEMA desviadas do Huambo pelo antigo director da saúde já estão localizadas,estão guardadas na vizinha província de Benguela, a actual direcção da saúde fez deslocar a quela cidade uma delegação para reaver as ambulância.

Actualmente o INEMA tem duas ambulâncias a funcionar, a PGR já tem muitos processos desse senhor JULIANA, mesmo sabendo que desviou meios e dinheiro até hoje ninguém toma medidas,ficou a pena 3 dias preso, e saiu com influência do homem que lhe defendia" antigo vice governador "Tuluca" este recebia uma boa parte dos dinheiros dos hospitais da província.

O outro homem que também recebia dinheiros das mãos do Dr JULIANA é o segundo secretário do Mpla Armando Kapunda, esse na sua vez atacava todos que denúnciavam a falta de medicamentos nos hospitais do Huambo.

Juliana saiu do Huambo Rico, tem uma clinica em frente ao Hospital central do Huambo,e outras duas nas cidades do Lubango, e Luanda , tudo construído e apetrechados com dinheiros roubados nos hospitais da cidade do Huambo.
Sr procurador provincial,
Sr governador provincial

Vão continuar a olhar ???

O povo pensa que estão calados porque estão envolvidos no negócio, os tempos são outros, os ventos também sopram em sentidos contrário, venham ao público esclarecer esse roubo descarado na saúde porque tem gente a morrer por falta de um Anti-paludico,



Por Joana Clementina
ZENÚ : CRÓNICA SOBRE UMA BURLADE 500MILHÕES DE DÓLARES

Zenú: Crónica sobre uma Burla de 500 Milhões de Dólares

FONTE MAKA ANGOLA / Rafael Marques de Morais

Nas últimas semanas do mandato de José Eduardo dos Santos, o Banco Nacional de Angola procedeu a uma transferência de 500 milhões de dólares para a conta de uma empresa-fantasma, a Mais Financial Services, no Crédit Suisse de Londres. Essa empresa tentou, a posteriori, a transferência dessa verba para a conta privada do cidadão suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais. As autoridades financeiras londrinas suspeitaram, e bloquearam a operação. Este indivíduo é sobejamente conhecido como sendo o testa-de-ferro de José Filomeno dos Santos “Zenú”, filho do actual presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos.

Jean-Claude Bastos de Morais é responsável pela gestão e aplicação dos cinco biliões de dólares do Fundo Soberano de Angola. Regra geral, o referido cidadão investe nas suas negociatas privadas e, para o efeito, tem cobrado centenas de milhões de dólares ao Fundo, em comissões, por usar o dinheiro do Estado para se autofinanciar.

A referida transferência levou à demissão, a 27 de Outubro passado, do então governador do Banco Nacional, Valter Filipe. A operação veio a revelar-se como uma burla ao Estado angolano, autorizada por José Eduardo dos Santos e que teve como pivô o seu filho e então presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos.

Maka Angola revela os meandros de mais este assalto às finanças públicas pela dupla José Filomeno dos Santos e o seu amigo Jean-Claude Bastos de Morais. Este relato resulta de entrevistas e depoimentos recolhidos junto de alguns intervenientes no processo, cujo anonimato se respeita por razões óbvias.

Ordens na sede do MPLA

O então governador do BNA e o ministro das Finanças, Archer Mangueira, compareceram na sede do MPLA, convocados por José Eduardo dos Santos, que presidia a uma reunião do Bureau Político.

Numa sala privada, o então presidente da República, José Eduardo dos Santos, entregou um dossiê a cada um dos convocados. Pediu-lhes para lerem ali mesmo, e perguntou-lhes se tinham compreendido o conteúdo. Tratava-se de uma proposta internacional para garantir a concessão de créditos a Angola que poderiam chegar aos 30 biliões de dólares.

Com a anuência dos dois convocados à leitura do documento, chamou o portador da proposta à sala: o seu filho José Filomeno dos Santos.

José Eduardo dos Santos ordenou ao ministro e ao governador que acompanhassem o seu filho nessa mesma noite a Londres, num avião fretado, para iniciarem as negociações com os proponentes. Acompanhava José Filomeno dos Santos o seu amigo de infância e parceiro de negócios Jorge Gaudens Pontes Sebastião, actualmente presidente do Conselho de Administração do Banco Pungo Andongo. A empresa de ambos, a Inpal – Investimentos e Participações Lda (Zenú, 75% e Jorge Sebastião, 25%), detém 49 porcento do Standard Bank Angola.

Em Londres, tomaram então contacto com a empresa proponente, Mais Financial Services. Durante as negociações, Zenú e Jorge Sebastião tomaram parte do encontro como membros da equipa estrangeira, enquanto os subordinados de José Eduardo dos Santos representavam, do outro lado da mesa, o Estado angolano.

Archer Mangueira, para seu crédito, achou estranho que o referido grupo tivesse capacidade para angariar, no mercado financeiro internacional, créditos para Angola no valor de até 30 biliões de dólares. Esse valor está muito acima das reservas de Angola, o seu actual pilar de solvabilidade.

Por sua vez, Valter Filipe referiu ter tomado contacto com a proposta e que levaria a mesma aos técnicos para a sua devida análise, a partir da qual elaboraria um parecer e remeteria o mesmo a José Eduardo dos Santos.

Intrigas

De regresso a Luanda, a ideia inicial de que o ministro e o governador elaborariam uma proposta conjunta para o PR foi quebrada. Archer Mangueira elaborou o seu próprio parecer, e chamou Valter Filipe para secundá-lo com a sua assinatura, tendo este recusado.

Mangueira elaborou um parecer negativo sobre a proposta, sem precisar de uma análise técnica, e fê-lo chegar à mesa do presidente.

Valter Filipe reuniu os seus técnicos e representantes de José Filomeno dos Santos no BNA. Estes elaboraram um parecer técnico favorável, e remeteram-no ao presidente.

Com as duas propostas em mãos, o pai-presidente despachou sobre o documento de Valter Filipe e José Filomeno dos Santos, e, na prática, retirou a confiança política a Archer Mangueira.

O “Arcebispo”, alcunha de Valter Filipe no BNA, pelos seus maneirismos religiosos, cantou e celebrou vitória sobre o seu adversário. Passou a coordenar a comissão de negociações, por ordem de José Eduardo dos Santos.

A burla

Foi então criada uma comissão para dar continuidade às negociações. A parte britânica solicitou, a título de garantia do financiamento, que o Banco Nacional de Angola transferisse 500 milhões de dólares para a sua conta.

Valter Filipe comunicou o pedido a José Eduardo dos Santos, que deu luz verde à realização da transferência.

O departamento de Operações Bancárias do BNA efectuou a transferência. Zeloso, Valter Filipe remeteu o comprovativo da transferência ao presidente da República.

o ex-governador do BNA, Valter Filipe.

Um banqueiro angolano considera o negócio como “burla da grossa”.

“Estamos a falar em produtos derivativos de altíssimo risco que alavancariam a dotação de 30 biliões, 60 vezes mais. Isto nem com tráfico de droga. É simplesmente ridículo”, afirma o banqueiro, que prefere o anonimato.

“Em termos relativos, estamos a falar de uma dimensão [de financiamento] aproximada ao resgate que a Comunidade Europeia fez à Grécia e do total do montante que a China emprestou a Angola com a garantia ou colateral em petróleo. É um autêntico absurdo. Isto é fazer de todos nós parvos”, garante o banqueiro.

De acordo com a fonte, “Angola não tem capacidade nenhuma para contrair agora uma dívida desta dimensão, que representa mais de 20% do nosso PIB. A dívida pública de Angola já está muito alta e agora, com as desvalorizações cambiais, ainda se tornará maior”.

Para si, “as condições de financiamento no mercado internacional obrigam-nos a uma série de compromissos que podem afectar de imediato o nosso crescimento nominal e real por causa do aumento da inflação”.

No mandato de João Lourenço

Na primeira audiência com o novo presidente, após a tomada de posse deste, a 26 de Setembro, Archer Mangueira descreveu o estado precário das finanças públicas e informou o presidente sobre as negociações para a obtenção de crédito, envolvendo Zenú e Valter Filipe. Fez saber que não acreditava na proposta e que tinha sido afastado das negociações.

A seguir, em audiência a Valter Filipe, João Lourenço ordenou que este devolvesse a coordenação do dossiê a Archer Mangueira.

Foi a vez de Archer Mangueira celebrar.

Entretanto, os supostos credores internacionais convidaram mais uma vez a delegação angolana a deslocar-se a Londres, para dar continuidade às negociações. Esta seria a primeira reunião depois de terem recebido os 500 milhões de dólares. Quando souberam que Archer Mangueira coordenaria a delegação governamental, protestaram. Contavam que José Filomeno dos Santos mantivesse os poderes concedidos pelo então pai-presidente. Debalde.

Reunião de Londres

A reunião realizou-se a 23 de Outubro, com a presença, pela parte angolana, de Archer Mangueira, Valter Filipe, dois assessores do Ministério das Finanças e dois outros do BNA. Como das vezes anteriores, nessas reuniões, José Filomeno dos Santos e o amigo Jorge Gaudens Sebastião negociavam como membros da parte estrangeira.

Entretanto, nessa altura, Archer Mangueira já tinha em mãos a notificação enviada pelas autoridades britânicas à Unidade de Informação Financeira (UIF), tutelada pelo Ministério das Finanças, mas dependente orçamental do Banco Nacional de Angola (BNA).

Nessa notificação, as autoridades britânicas inquiriam sobre o depósito efectuado pelo BNA para a Mais Financial Services, e dali para a conta privada do cidadão suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais. Este mesmo cidadão já está a ser investigado na Suíça por branqueamento de capitais. A Mais Financial Services tentou, também, realizar uma segunda operação de pagamento de comissão a Jorge Gaudens Pontes Sebastião.

Durante o encontro, Archer Mangueira falou sobre as regras escrupulosas do novo presidente, e os seus técnicos demonstraram como o acordo proposto era lesivo para o Estado angolano.

O “Arcebispo” apresentou o comprovativo da transferência, para demonstrar a seriedade do seu trabalho, e solicitou o cumprimento do acordo, alheio ao documento em posse de Archer Mangueira.

Empoderado, o ministro das Finanças fez saber que o Estado não prosseguiria com tais negociações, e daria o seu parecer ao presidente João Lourenço.

No dia seguinte, 24 de Outubro, Archer Mangueira entregou o seu parecer ao presidente. Este chamou o governador do Banco Nacional de Angola, conhecido na presidência pelo cognome “Ngangula” (em alusão ao heróico pioneiro do MPLA que nunca existiu) para uma audiência no dia seguinte.

A Valter Filipe, João Lourenço deu três ordens breves:

Primeiro, ordenou o abortamento da operação, por falta de seriedade e credibilidade dos negociadores estrangeiros.

Segundo, ordenou ao governador procedimentos imediatos para a devolução dos 500 milhões de dólares.

Terceiro, convidou o governador a apresentar a sua demissão e a entregar a carta antes do dia 27 de Outubro. Desejou-lhe boa sorte.

Ingénuo, Valter Filipe tentou consultar o presidente do MPLA, na sua qualidade de membro do Comité Central deste partido, para receber instruções sobre como deveria proceder. A sua demissão foi anunciada a 27 de Outubro.

A 10 de Novembro, João Lourenço exonerou também Jorge Gaudens Pontes Sebastião, que exercia a função de secretário executivo do Conselho Nacional do Sistema de Controlo e Qualidade.

E o Zenú?

Passados dois meses sobre a exoneração do amigo e cúmplice Jorge Sebastião, a 10 de Janeiro passado João Lourenço exonerou José Filomeno dos Santos do cargo de presidente do Fundo Soberano de Angola.

Todavia, não há quaisquer informações sobre medidas legais contra Jean-Claude Bastos de Morais em Angola, ou sobre um inquérito aos fundos e projectos do Estado em sua posse.

O vigarista suíço-angolano continua, de forma nefária, rudimentar e incompreensível, a comandar a construção do Porto de Caio, do Pólo Industrial do Fútila e da Central Termoélectrica de Malembo, todos em Cabinda. Esses projectos têm investimentos públicos de mais de um bilião de dólares, e serão administrados pelas suas empresas, como sócias, por 60 e 25 anos, respectivamente.
SE A DENUNCIA É PUBLICA ENTÃO NÃO FINGIR QUE TRABALHAM

Xé... PGR a denúncia já é pública, então nada de fingir que trabalham

Xé... JLO caso se apure a veracidade dessa denúncia, retira aquela proposta do Tribunal de Contas
Com os melhores cumprimentos.
Sua Excl.

Vimos por intermédio desta, dar a conhecer a sua Excl. Sr. Presidente da República, a sociedade angolana, em geral e aos nossos Clientes, em particular, os crimes de peculato, corrupção, branqueamento de capitais e sucessivas violações a lei da probidade pública naquilo que tem sido prática do actual conselho de Administração da ENSA na pessoa do seu PCA Sr. Manuel Joaquim Gonçalves, portador do B.I nº 000297228LA033, passaporte nº N1135279, nascido aos 25.05.1958, estado Civil Casado, residente em Ingombotas, Rua Rainha Ginga nº 60, Coqueiros.

Sr. Presidente, tudo o que tem se passado na Empresa Nacional de Seguro de Angola – ENSA que tem levado os funcionários a questionar se é suficiente a nomeação de um cargo público para que se seja milionário sem justa causa.

Nós os funcionários da ENSA manifestamos profundamente o nosso descontentamento com o actual PCA por sinal vosso subordinado, por práticas ilícitas que põe em causa a estabilidade económica nacional, da ENSA e o sustento de diversas famílias angolanas, pois ela é uma empresa de domínio público.

A ENSA sobrevive dos produtos de seguro que comercializa aos seus clientes, sejam particulares ou empresas.
Numa realidade económica actual, onde as famílias são sacrificadas, onde o executivo trabalha arduamente, onde é necessário ajustar políticas públicas para que seja devolvido o poder de compra as famílias, onde se tudo aponta para um combate acérrimo contra a corrupção, a gestão da ENSA, enquanto Empresa Pública, não poderia ser diferente:

Sr. Presidente;
O Actual PCA da ENSA (Manuel Joaquim Gonçalves) a mais de 9 (nove) anos, pelos actos, tenciona ruir a ENSA, isso porque, o Sr. é ao mesmo tempo fornecedor e comprador, ou seja, a actual empresa que presta serviços de transporte a ENSA (motoristas) da Empresa ZORIN que é sua pertença em conluio com o Director do RH Sebastião Raimundo de Freitas, cujos contratos rondam aos milhões.

Este último, por sua vez, é esposo da Actual Directora Regional Centro Fernanda Freitas que fizera 2 (dois) anos sem trabalhar alegando doença, tendo estado durante esse período de tempo em Portugal (numa residência adquirida fruto destes contratos onde o PCA é vendedor e comprador) mas auferindo sempre como Directora Regional, que só regressou após anúncio de mudança do Conselho de Administração mas que por força deste conluio nada lhe foi feito (a conhecida Senhora de idade de vestidos curtos).

Esta ZORIN, os seus colaboradores têm um contrato de trabalho (objecto hoje de conflito) problemático, isso porque o Sr. Manuel Gonçalves celebrou um contrato, na data certa, com remuneração com moeda estrangeira (Dólares Norte Americanos) e, até a presente data paga esses mesmo Colaboradores em Kwanza com câmbio desactualizado. Enfrentado fortes reclamações, força estes colaboradores a mais de 7 anos a celebrar um outro contrato de trabalho a termo detalhando: Os colaboradores prestam serviço a ENSA a mais de 3 (três) anos por força legal, já teriam sido enquadrados como efectivos. Apercebendo-se deste desiderato, força os colaboradores desta empresa a celebrar um outro contrato de trabalho a termo. Mas o crime mesmo, resulta do facto de o Sr. não pagar os IRT, INSS, tão menos o Imposto Industrial desta Empresa (fuga o fisco). Para se afastar desta confusão criou recentemente uma nova Empresa SINTRA onde quer alocar estes colaboradores. Ora, o estranho mesmo é que, quem paga os salários destes colaboradores é a ENSA e não a ZORIN.

O Manuel Gonçalves também é o proprietário da Empresa PROPICASA, a gestora do condomínio da ENSA no Talatona. É, de igual modo, Presidente do Conselho de Administração do Standard Chartered Bank Angola.

Esse mesmo PCA tendo em conta o seu interesse pessoal, ao em vez de potenciar os seus Colaboradores, decidiu trazer de Portugal uma Empresa denominada AdvanceCare (em que ele mesmo é accionista através de uma das suas empresas), para gerir os sinistros do Seguro de Saúde, coisa essa que potencializando colaboradores poderia ser feita.
Quando se celebrou o contrato, segundo o próprio PCA, anunciou que a empresa pela prestação de serviço, havia de se pagar por um preço fixo rondando milhões de Euros (ocultou o contrato). Meses depois o mesmo PCA volta a anunciar (em bastidores) que o contrato seria de pagamento de prémio por apólice, ou seja; a cada empresa ou particular que paga o seu seguro de saúde 20% vai para AdvanceCare, quer ou não apólice tenha sinistro.

Excelência, a ENSA trabalha com a consultora Delloite (precisa de ser investigada) a vários anos, contrato este que nunca chega ao seu termo (excesso de consultoria para facilitar fuga de capitais para o estrangeiro) e, há uma particularidade no contrato com essa consultora; a ENSA paga na Europa (Portugal) a residência dos colaboradores desta consultora.

Agora perguntamos; como será possível manter a rentabilidade de uma empresa pública com esse tipo de contrato? Como possível gerir os euros e dólares para que não saiam em massa para o exterior uma vez que são as empresas do Estado que celebram contratos em Euro mesmo estando em Angola? Porque razão a ENSA paga as residências dos funcionários de uma empresa em Portugal mesmo esses sendo Portugueses, cuja residência em seu próprio território?

A cada ano a ENSA troca ou compra aplicativos novos todos eles custando milhões de euros sem qualquer razão. Recentemente a ENSA adquiriu um aplicativo de nome MedNext (para gerir o produto saúde), cuja compra teve o seguinte detalhe; A ENSA pagou 3 milhões de Dólares Norte Americanos a Delloite e esta por sua vez foi quem adquiriu o aplicativo a uma Empresa Grega. A pergunta que não se quer calar é a seguinte: Porque é que a ENSA não comprou directamente o aplicativo a Empresa Grega? Como é que os Portugueses não nos vão investigar e subjugar? Tudo isso tem um interesse, todas as divisas que são pagas no exterior o PCA tem dividendo, o excesso de consultores, pagamentos de serviços, compras de aplicativos têm como alvo uma forma segura de saquear o dinheiro do estado e guarda-lo no exterior. Excelência pelo direito de resposta, instamos o PCA a tornar público esses contratos. Temos a certeza que não o fará.

Recentemente mais um pagamento em milhões de euro está a ser feito porque o Administrador João Mota Lemos decidiu inventar também a sua. Solicitou uma actualização do aplicativo BPM sem necessidade. Tudo tem um único objectivo receber a sua parte no exterior. Aliás, são recém-nomeados e já adquiriram casas milionárias em Portugal (basta os serviços de segurança investigar). É nossa intenção denunciar o Sr. Manuel Gonçalves e a Delloite junto do Departamento Central de Investigação e Acção Penal em Portugal para que a Delloite também seja investigada com os contratos que tem mantido em Angola com a ENSA, faremos chegar essa reclamação na sua sede em Londres.

O PCA privatizou 3 (três) apartamentos pertencentes ao activo imobiliário da ENSA cito na marginal de Luanda, tendo feito sobre estes, as seguintes distribuições: 1 apartamento em nome dele (PCA) 1 em nome da filha e 1 em nome da Esposa.

Ainda sobre o imobiliário, o mesmo PCA foi comprador e vendedor de um Terreno pertencente a ENSA, cito Av. Pedro de Castro Vandunen Loy, junto as Bombas de Combustível da Pumangol (valor do contrato omisso). Agora está também a vender um edifício hoteleiro da ENSA. Essa prática é tão antiga que já o levou a correr com o seu anterior Director de Gabinete, por este ter vendido um terreno da ENSA sem apresentar o dinheiro completo.

A actual Farmácia Marginal cito junto a ENSA marginal de Luanda é pertença do PCA da ENSA, cujos gestores são Portugueses.

Tem o PCA muitos negócios ocultos em Portugal, o Senhor Manuel Joaquim Gonçalves é o novo milionário não revelado.

Este mesmo PCA emitiu uma ordem de serviço (anexo) em que suspende o progresso de carreira profissional e a ENSA tem trabalhadores com 6, 7, 8, 9, 10 e 11 anos de serviços que nunca progrediram profissionalmente. O MAPTESS, incentiva o progresso de carreira profissional mas o PCA diz "Não" alegando dificuldades financeiras da empresa.
Como a empresa não ter dificuldades financeiras se é que tem, se o PCA tem uma gestão danosa? Poderá isso ser saudável para empresa?

São passados 5 (cinco) anos que o PCA não dá incentivos de natal aos Colaboradores (mas nos relatórios das contas faz constar). No entanto manipula os recibos dos seus colaboradores, tudo isso, em conluio com o Director do RH Sebastião Raimundo de Freitas.

O grau de descontentamentos dos Colaboradores é tão enorme que dias pós dia Directores são instados as ameaças aos colaboradores com processos disciplinares, despedimentos e diplomas de responsabilização dos colaboradores pela gestão danosa que o PCA comete aos olhos dos demais Administradores.
As dívidas com os prestadores (Clínica da ENDIAMA e outros) são tão enorme que se não se pôr fim a isso a ENSA pode não aguentar mais tempo.

Não se pode conceber que uma gestão seja fundada com base em ameaças, quem não fizer será sancionado, vamos despedir, haverá processos disciplinares. Culpam Gestores e Colaboradores pela denúncia dos contratos por má prestação de serviço que AdvaceCare (contratada pelo PCA) cria aos Clientes. Excelência, é urgente abrir um processo de inquérito sobre toda a Administração da ENSA. Estamos disponíveis em fornecer todas as provas que necessitarem.

Excelência, a ENSA celebrou com o Banco BIC um protocolo de crédito com taxas muito altas. Face a desvalorização da nossa moeda e uma vez que os créditos estão indexados ao Dólar muitos dos colabores estão a ficar sem nada para comer, pela miséria de salário que nos são pagos. Já houve no seio da Companhia a solicitação do PCA de modos a renegociar os termos do contrato mas infelizmente o mesmo remeteu-se ao silêncio.

Na data certa, solicitou-se ao PCA que interviesse junto da IMOGESTIN (tendo ENSA como accionista) que a semelhança de outras Empresas a ENSA interviesse no beneficio de apartamentos aos seus colaboradores mas o PCA também se remeteu ao silencio. Traduzindo as vozes que pairam sobre a empresa que o PCA tem dividendos nos reembolsos de créditos de 30 (trinta) anos concedidos ao Banco BIC, por essa razão é fundamental ver os seus Colaboradores endividados.

Como será possível, as contas da ENSA serem amolgadas anos consecutivos quando existem vários movimentos em abertos, pagamentos de Clientes não contabilizados, facturas pendentes e uma gestão preta como essa?
Isso prova justamente as nossas alegações, o PCA manipula os resultados económicos.

Excelência, Instamos o vosso pronunciamento bem como da PGR sobre a gestão da ENSA.

O Colectivo dos Funcionários da ENSA
EX MINISTRO NO TRIBUNAL PARA FINGIR EXPLICAR DESVIOS ?

Ex-ministro da Saúde no tribunal de Luanda para explicar desvio de fundos por funcionários.

Os réus acusados do desvio de cerca de quatro milhões de dólares de financiamento do Fundo Global ao combate da malária em Angola negaram hoje algum benefício ou facilitação do ex-ministro da Saúde angolano nas irregularidades em julgamento.

O ex-ministro da Saúde de Angola, José Van-Dúnem foi hoje declarante neste processo, em julgamento no tribunal de Luanda e que envolve três réus, ex-funcionários do Ministério da Saúde, acusados de terem beneficiado, através de várias transferências irregulares para as suas empresas, das referidas verbas.

Em declarações à imprensa, à saída da audiência, José Van-Dúnem, que deixou a pasta da Saúde em março de 2016, considerou "bom" que tivesse sido chamado a declarar nesse processo, "porque foi uma oportunidade" para o juiz confrontar os réus sobre a sua posição.

"Foi uma oportunidade de o juiz ter perguntado, claramente, se tinha havido facilitação. Os réus disseram claramente que não. Se tinha algum benefício da minha parte das ordens de pagamento, eles também responderam que não", disse.

Segundo José Van-Dúnem, o nono declarante de um total de 22 a ser ouvido neste processo, ficou igualmente claro que "com a falsificação dos processos, que aparentemente estavam corretos", ocorreu este desvio, através de "documentos forjados".

O ex-governante angolano salientou que o Ministério da Saúde teve de desembolsar 200 milhões de kwanzas, equivalente a dois milhões de dólares na altura do caso, em 2014, o que afetou a unidade orçamental daquele órgão do Estado.

José Van-Dúnem acrescentou que foram prejuízos para a sua gestão, a alocação dos dois milhões de dólares (1,6 milhões de euros), que poderiam ter sido direcionados para outras áreas, para impedir que o Fundo Global suspendesse as ajudas, além de afetar "a imagem do país".

"A ideia de que as nossas instituições ainda tinham algumas fragilidades. A unidade de gestão utilizava um 'software' que tinha a vantagem de não permitir apagar a rastreabilidade das operações. Avariaram o 'software primavera' e passaram a fazer as operações em Excel", acusou.

Quando foi espoletado o caso, José Van-Dúnem disse que passou a ser uma prioridade a sua resolução, porque Angola "não podia dar-se ao luxo que o Fundo Global deixasse de financiar" as operações no país.

Relativamente à ré Sónia Neves, responsável à época pela área financeira da Unidade Técnica de Gestão do Fundo Global, José Van-Dúnem disse ter sido "uma surpresa" o seu envolvimento no caso.

"Porque a Sónia é uma boa profissional e tem um bom currículo e tínhamos muita confiança nela, tanta que no primeiro momento em que se viu que as coisas não estavam a fluir, constituiu-se uma comissão de inquérito de que a Sónia fazia parte e foi quem fez o relatório. E houve a infeliz coincidência de a coordenadora da Unidade Técnica de Gestão estar doente, esteve na África do Sul em tratamento, e isso criou um ambiente mais favorável que o evento tivesse tido lugar", lamentou.

São igualmente réus neste processo Mauro Gomes, marido de Sónia Neves, e Nilton Saraiva, o coordenador-adjunto do Programa Nacional de Combate à Malária, na altura, igualmente acusados pelo desvio de cerca de quatro milhões de dólares (cerca de 3,2 milhões de euros).
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