ENTIDADE REGULADORA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

A ERCA - ENTIDADE REGULADORA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL ANGOLA COMEÇA AFIRMAR A SUA IDENTIDADE

A ERCA – Entidade Reguladora da Comunicação Social Angolana realizou ontem dia 19 de Julho, um Colóquio com o tema o Rigor da Informação Jornalística. Onde se fizeram presentes várias entidades do Governo, Sociedade Civil é de realçar que a Policia Nacional se fez representar em peso, também estiveram representantes dos Partidos Políticos do Sector da Comunicação e Marketing. A CASA-CE se fez representar Por Moisés Sotto Mayor e #Osvaldo Tembo, da JPA, Juventude Patriótica de Angola

Os temas apresentados na referida Assembleia foram o rigor da notícia e a ética Jornalística apresentado pelo Dr. Africano Neto, jornalista e Docente Universitário, que na sua abordagem falou de Serviço Nacional, que por rigor, ética e liberdade acabou por defender a justiça social, interiorizado pela diferença descomunal dos salários e remunerações dos profissionais do jornalismo, defendeu a classe e por se tratar de verdade uma das exigências também da ética e do rigor, o Dr. Africano Neto comparou abertamente as remunerações chorudas dos Administradores da classe, com os míseros salários dos profissionais de carreira.

Muito embora, teve uma dissertação diversificada, bastante competente sobre o tema, deve-se dizer, que este foi o subtítulo que mais interesse despertou na sala, tendo em consideração a perda do poder de aquisição dos trabalhadores e o descontentamento da actualidade social.

Dr. Paulo Mateta, Vice-presidente da ERCA, apresentou o tema Os desafios do Jornalismo face as Redes Sociais, recomendou a classe jornalística a usar as Redes Sociais para o desenvolvimento do profissionalismo jornalístico alertou o cuidado pela preservação da deontologia da profissão e deixou claro, a todos os profissionais, que o bom jornalista, não deve esperar a notícia, é aqueles que vai em busca da notícia e traz novidades na periodicidade.

Por outro lado, das intervenções falou-se de concorrência desleal. Quando Moisés Sotto Mayor notou, que a Rádio Nacional e a TPA – Televisão Pública de Angola, enaltecidos como os órgãos com cobertura nacional, com maior audiência a nível do país ao contrário dos outros órgãos de Comunicação Social privados, sem a mínima subvenção do Erário Público e sem cobertura nacional, mas no entanto, serem todos constituídos como empresas de Direito angolano.

Ironizando disse – não podemos continuamente a nos classificar entre cidadão estatal e cidadão privado, quem está filiado ao Estado sobrevive e quem está filiado ao privado está condenado a exclusão! – Por exemplo: não pode ser a Sonangol a pátria, empresa estatal, que alimenta uma minoria de assalariados e Angola território nacional, uma simples paisagem.

Continuando, a intervenção de participantes, o Representante da CASA-CE, fez menção, que o princípio da concorrência desleal, nos órgãos de Comunicação Social começa pela não extensão do sinal das Rádios privadas a nível nacional; sendo esses, de igual modo, órgãos de utilidade pública da Comunicação Social de Angola institucionalizados, o que impede a lealdade da concorrência se tornar um facto de rigor e ética da liberdade de expressão em Angola
GREVE NA FIAT DEPOIS DA CONTRATAÇÃO DE RONALDO

Greve na FIAT depois da contratação de Ronaldo


Os trabalhadores da FIAT consideram inaceitável que a empresa, que também é proprietária da Juventus, continue a pedir sacrifícios aos trabalhadores enquanto gasta milhões para comprar um jogador.



"Enquanto os trabalhadores e as suas famílias apertam o cinto cada vez mais, a empresa decide investir muito dinheiro num único recurso humano", pode ler-se no comunicado da Uninone Sindacale di Base .

A família italiana Agnelli, dona da Fiat, é também proprietária da Ferrari, de publicações como The Economist, Corriere della Sera e La Stampa e, ainda, do clube de futebol Juventus - que anunciou, esta terça-feira, a contratação de Cristinao Ronaldo ao Real Madrid.

Os trabalhadores da Fiat consideram que "é inaceitável" que enquanto continuam a pedir-lhes "enormes sacrifícios económicos" gastem "centenas de milhões de euros para a compra de um jogador".

"Esse tratamento desigual não pode e não deve ser aceite", escrevem no comunicado, onde acrescentam que "os trabalhadores da Fiat ajudaram a construir a fortuna da empresa durante pelo menos três gerações" e, "em contrapartida, sempre receberam uma vida de miséria".

O sindicato sublinha que a FIAT deveria "investir em modelos de carros que garantam o futuro de milhares de pessoas ao invés de enriquecer apenas um". "Este deve ser o objetivo de quem coloca os interesses de seus funcionários em primeiro lugar", acrescenta.

A greve na FCA di Melfi vai afetar a empresa na próxima segunda-feira.
NOVO CLIP DE NEGO DO BOREL GERA POLEMICA

Novo clipe de Nego do Borel gera polêmica

De Amanda Sthephanie
Fonte:todosnegrosdomundo.com.br


Foto: Reprodução

Na última segunda-feira (9), Nego do Borel lançou o videoclipe da música “Me Solta”. Gravada no Morro do Borel, comunidade na Zona Norte do Rio onde o funkeiro cresceu, a produção tem como protagonista o próprio cantor vestido de mulher. A personagem é representada de maneira bastante caricata, quase toda vestida de vermelho, com um pirulito na boca e dando bom dia em inglês, o que confere ao clipe uma perspectiva muito mais estereotipada do que de representativa.

A interpretação rendeu até um beijo no modelo Jonathan Dobal, que integra o clipe e faz parte do Ferdinando Show. Apesar da internet não falar de outra coisa, a manifestação de um homem socialmente cisgênero, heterossexual e apoiador de Bolsonaro, pré-candidato à presidência deliberadamente lgbtfóbico, traz denotações que reforçam os estereótipos que a comunidade LGBTQI+ busca desconstruir.

Não é a primeira vez que os clipes de Nego do Borel geram polêmica. Em “Pretinha Vou Te Confessar”, o artista escolheu como par romântico de seu clipe a atriz Aline Riscado, embora ela não seja “pretinha”. Diante da escolha o público, principalmente negro, questionou a manifestação de chamar uma mulher branca de preta, inclusive destacando quantas vezes essa foi uma forma banal de chamar mulheres negras e que agora, felizmente, tem se convertido em demonstração de carinho.
COMO EM ANGOLA NA TUGA GENERAIS ILEGALMENTE PROMOVIDOS

Mais de metade dos generais do Exército foram ilegalmente promovidos

Estatuto determina passagem obrigatória à reserva dos coronéis do Exército após oito anos no posto, situação em que está um quarto dos militares no posto.

Chefe do Estado-Maior do Exército (à esquerda) com o ministro da Defesa num exercício em Santa Margarida

© RICARDO GRAÇA/LUSA
Manuel Carlos Freire

Fonte : dn.pt


O Exército é responsável pela ausência de promoções dos seus oficiais superiores, entre os quais tem vindo a acumular-se um clima de grande tensão e ameaças de recurso aos tribunais, soube o DN.

Segundo fontes do ramo ouvidas pelo DN, exemplos dessa realidade são o facto de mais de metade das quase três dezenas de oficiais generais ter sido promovida com mais de oito anos no posto de coronel - e um quarto dos coronéis no ativo já estar nessa situação, apesar do que determina o Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR).

O Exército não respondeu às questões do DN, enviadas a 14 de junho e onde se perguntava, por exemplo, a quem compete fazer cumprir o EMFAR dentro do ramo, quantos coronéis já ultrapassaram o limite de oito anos de posto e continuam no ativo e quantos oficiais do atual Corpo de Generais foram promovidos em violação do estatuto.

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Quem e quando tomou a decisão, onde foi publicada e se foi aprovada ou autorizada pelo ministro da Defesa, qual o fundamento legal invocado pelo Exército para não aplicar o artigo 155º, nº1, alínea d) do EMFAR foram outras perguntas sem resposta.

A decisão foi tomada há uma década, com base num parecer jurídico interno que, aparentemente como noutros casos, vai ao encontro da vontade das chefias do ramo apesar de contrariar o quadro legal do país.

exército
PGR chumba promoção de major-general do Exército

"O Chefe do Estado-Maior do Exército não existe para interpretar a lei mas para a aplicar", declarou um dos oficiais afetados. Note-se que a Procuradoria-Geral das República, num parecer publicado no início do ano, escreveu: "Um dos mecanismos reguladores da carreira militar destinado a permitir compatibilizar legítimas expectativas individuais de ascensão e progressão na carreira e o interesse público na adequação da estrutura da instituição militar às exigências de cumprimento da sua missão, consiste na passagem obrigatória à situação de reserva dos militares que atinjam a idade e o tempo de permanência fixados para os respetivos postos."

Três situações estarão a agravar a frustração dos oficiais em causa, admitiram algumas das fontes. A primeira prende-se com a figura controversa do atual chefe do ramo, general Rovisco Duarte, pela forma como tem gerido situações internas como a do furto de material de guerra em Tancos (exonerando comandantes sem qualquer processo prévio.

defesa
Chefe do Exército mantém a confiança nos oficiais exonerados

Outra resulta da recente extinção da possibilidade de promover militares e nomeá-los para cargos fora dos ramos - havendo casos em que, numa única vaga, conseguiu promover-se uma dezena de oficiais que depois ficavam como adidos ao ramo.

A terceira foi aprovada também em 2015, no âmbito da reforma Defesa 2020: a redução dos efetivos para um intervalo de 30 mil a 32000 militares.
O que diz o EMFAR

Aquele artigo do EMFAR aplica-se apenas ao Exército porque o ramo tem três quadros especiais: Corpo de Generais, Armas e Serviços. Daqui resulta que o posto máximo nos dois últimos casos é o de coronel.

Já a Marinha e a Força Aérea têm apenas um quadro especial cada, designados respetivamente Classes e Especialidades, a que continuam a pertencer os seus oficiais depois de promovidos ao almirantado ou generalato.

De acordo com o EMFAR, "transita para a situação de reserva o militar no ativo" que complete "oito anos" em capitão-de-mar-e-guerra ou coronel "nos casos em que estes postos sejam os mais elevados dos respetivos quadros especiais". Daqui decorre, segundo as diferentes fontes do ramo e no setor, a conclusão de que mais de metade dos atuais oficiais generais do Exército deveriam ter saído das fileiras como coronéis.

General Rovisco Duarte (ao centro) chefia o Exército há dois anos

© Carlos Manuel Martins/Global Imagens

Uma das consequências, assinalaram algumas fontes, foi a de dificultar as promoções de oficiais mais modernos - com o ónus a ser genericamente imputado ao poder político.

Outra foi a de onerar as despesas do Estado, porque os coronéis com mais de oito anos de posto ganham "uma segunda vida" (de pelo menos uma década) após a promoção ao generalato (com reflexos posteriores na reserva e reforma), explicou um oficial.
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