O TELEJORNAL ESTÁ A COMEÇAR

"'Uma casa dividida contra si mesma não pode permanecer”. Eu acredito que este governo não pode suportar, permanentemente, ser metade escravo e metade livre. Eu não espero a dissolução da União, eu não espero ver a casa cair, mas espero que deixe de ser dividida.” (Abraham Lincoln, 1809-1865. 16º presidente dos Estados Unidos da América)

O Tribunal Constitucional chumbou em bloco o pedido de impugnação dos partidos políticos concorrentes e perdedores das eleições, tendo entretanto as suas pretensas provas depois de uma profunda análise eivarem de fraude, de montagem por meios eletrónicos. Não sendo competência deste tribunal qualquer peritagem ou arbitragem, assim tais partidos políticos têm que se conformar com tal decisão que é soberana e como tal denega provimento cautelar, nada mais tendo a exigir ou reclamar. Está a começar o telejornal.

O cacimbo terminou, o sol voltou, o tempo da chuva recomeçou. Um casal de gralhas poisa nos beirais, embosca pardais que se refugiam nos quintais, aterrorizados, como nas actas síntese eleitorais, burlados.

Amigos telespectadores, temos nos estúdios um sacerdote do comité de especialidade de todas as igrejas que convidamos de imediato para uma análise religiosa, também política, porque não, pois quem disse que um sacerdote não se deve intrometer na política de um país?

E como estamos no terceiro mundo, mais concretamente no baixo mundo, os sacerdotes são quem de facto domina porque isso é apanágio do direito canónico das igrejas que é, quanto mais burros, isto é, quanto mais analfabetos melhor, porque são presa fácil das garras das igrejas, porque mesmo a morrerem de fome entregam as suas parcas quantias aos sacerdotes para que eles façam um milagre, o que também acontece com a feitiçaria, mas isso é outra história que prometemos ficará para uma das nossas próximas edições do nosso e vosso telejornal.

Muito boa-noite senhor sacerdote Céu dos Anjos da igreja dos mil templos: “Sim, muito boa-noite caro jornalista e muito grato pelo convite que me foi endereçado, o qual em nome dos mil templos agradeço do fundo da alma de Deus e dos meus mil templos e extensivo ao nosso comité de especialidade, aos quais estendo a bênção do Senhor.”

Senhor reverendo Céu dos Anjos, como analisa a estrondosa vitória do Mpla e do seu candidato a presidente já declarados vencedores por maioria… direi que absoluta. “Caro jornalista, isso de maneira nenhuma nos surpreende porque já estava traçado na rota de Deus. Como sabe, os caminhos de Deus são sempre os de escrever por linhas tortas e compete a nós sacerdotes, desvendar, aclarar essas linhas e as endireitar.

Em nome de Deus Nosso Senhor, digo que Ele nos enviou uma mensagem do longínquo céu onde ainda nenhum ser humano chegou e jamais chegará, que o Mpla e o seu candidato venceram as eleições por maioria… e que no fim da mensagem uma nota de rodapé confidenciava que não vale a pena realizar eleições porque o Mpla será sempre o declarado vencedor antecipado.

Bom, como reza a práxis é de todo conveniente que haja eleições para mostrar à macacada dos partidos políticos da oposição e ao pseudológico mundo democrático que em Angola a democracia há muito que está consolidada.”
Senhor reverendo Céu dos Anjos, mas apesar da veracidade dos factos, e contra eles não há argumentos, os partidos políticos da oposição insistem em não aceitar os resultados eleitorais das eleições como livres e justos. Entretanto, amigos telespectadores o telejornal está a continuar.


“Vejo que não há aqui consideração pelo mens legis, isto é, a finalidade da lei, e por isso em nome da paz e demais actos consistórios apelo aos partidos políticos para que aceitem sem condições o reconhecer das eleições ganhas com transparência e justeza. Em nome de Deus, mais guerra não! Por favor vejam o que já aconteceu em eleições num passado de carnificina não muito distante. Insisto e os mil templos que represento também, que quem ousar se manifestar Deus vai-lhe castigar. Com Deus não se brinca e muito menos com o seu poder bélico.

Na verdade vos digo meus irmãos telespectadores que quem ganhou as eleições foi o patrono Deus e que delegou o seu poder na terra de Angola aos seus humildes crentes fiéis Mpla e ao seu já proclamado presidente da república”.

Mas, senhor reverendo acha correcta a posição da oposição em contestar os resultados que por força da legis do conceituado defensor da Constituição, refiro-me mais uma vez ao Tribunal Constitucional nas vestes de Tribunal Eleitoral. Mas isto é moda, é notório, é vício, é mais uma epidemia, como se não bastassem as inúmeras que já temos em toda a África. Um partido sai vencedor e a oposição não aceita, inclusive inventa cobras e lagartos, vicia provas, etc, etc.

“Bom, aos partidos da oposição oro para que sejam humildes e se declarem perdedores. Que cumprimentem os vencedores tal como reza a democracia e que não desesperem pois esperem mais cinco anos, quem sabe talvez consigam ganhar. Quem sabe, talvez a maré de Deus se vire para o vosso lado. Democracia é saber perder, e só um pode ganhar. Se é sempre o mesmo ou não, isso depende da vontade de Deus. Rezem muito, muito, amiudadas vezes para que Deus os faça vencedores. Mas é de duvidar porque saiba até agora nenhum partido político da oposição pagou o seu dízimo devido a Deus, e Ele não gosta nada disso, é por isso que nunca ganham, nunca ganharão as eleições. Seus tolos, Deus gosta de ser corrompido”.

Senhor reverendo Céu dos Anjos, e quais são os conselhos que os eleitores devem seguir? “Os eleitores são filhos de Deus e sem Ele não podem fazer nada. O que devem seguir é absterem-se de qualquer atitude negativa que perigue o processo de paz tão duramente conquistado. Como crentes de Deus tudo devem fazer para segui-Lo. Vejam o que está na Bíblia, cito Crónicas II 20: “

E, pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, saindo eles, pôs-se em pé Josafat, e disse: Ouvi-me ó Judá, e vós, moradores de Jerusalém: Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e sereis prosperados.” Portanto, para finalizar, tudo o que acontece em Angola rege-se pelas leis de Deus, o supremo legislador do Céu e da Terra que tem competência para nomear presidentes, condutores de nações. E jamais se esqueçam que quem não estiver com Ele é contra Ele. Muito obrigado a todos os telespectadores e estamos juntos na graça do Senhor.”

Já há vozes agoirentas que olham para o céu e dizem que virá muita chuva, veremos.
Todos falam de democracia, mas pelos vistos ninguém a quer. E há quem diga que isso faz parte da cesta básica das coisas importadas do demo.

É necessário termos muito cuidado porque vem aí o tal olho do ciclone, uma república da selvajaria.
E os tais analistas políticos da confraria que no uso da palavra sujam de um lado e depois limpam do outro. E muito cuidado com a lavagem cerebral que estes senhores fazem.

E por força das circunstâncias, Angola é mais um país africano à mercê da pilhagem nacional e internacional. Na África da miséria, da fome, da escravatura e dos tiros. Fica-lhe muito bem o cognome de, o continente dos tiros.
Isto não é um país, é um bando de abutres. Isto não é uma nação, é um navio de piratas.
Este povo só sabe dizer: eu vou-te bater!

Vou embarcar, o navio da miséria espera-me.
Estou fodido, sinto-me só, sem ninguém, sem amigos, sem família.

“Não sei o que posso parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me em encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente desconhecido à minha frente.” (Isaac Newton, 1643-1727)




Por : Gil Gonçalves José
NA LUTA PELOS DIREITOS DO HOMEM.

O Nossos Sofrimento foi Arquitectado pela Máfia do MPLA de JES e Sustentado pela Oposição.
OS ANGOLANOS PRECISAM ODIAR OS PARTIDOS POLÍTICOS.

O poder enriqueceu-se e a oposição, de igual forma abastou-se porque este é o principal objectivo dos Partidos que temos até hoje, comparam-se a verdadeiras sociedades comerciais que tendem, inicialmente ao lucro.

Realizam-se eleições, grita-se, reclama-se, mas no fundo, quer o gritante como o gritado atingem o “organismo” pretendido - o enriquecimento de um pequeno grupo em detrimento de mais de 20 milhões de habitantes, se olharmos para os dados do censo e os da Comissão Nacional Eleitoral.

Tornam-se ricos, partilham riquezas entre eles por vias do Conselho da República, Parlamento, ERCA, Empresas próprias e os dez dólares norte-americanos que entram nos cofres de cada um destes Partidos por cada voto que o coitado iletrado e não só deposita na urna aquando da eleição.

Enquanto os milhares entram nos bolsos dos menos de um milhão de cidadãos que comportam às elites dos Partidos e que comem nisso o pacato cidadão residente em Camakupa, Buengas, Sanza Pombo, Gulungo Alto e outras localidades, que votou, vive sem água, luz e tão pouco energia ou mesmo medicamentos.

Pior que isso, os mesmos Partidos, conhecendo a origem da iniciativa legislativa, impuseram aos cidadãos filiação ou adesão aos Partidos políticos como requisito indispensável para se chegar ao Parlamento ou cargo de Presidente da República, como se pode ver a redação do artigo 111º conjugado com 109º, da Constituição de Angola. Diante deste quadro, que passou e continua a passar no caminho do sofrimento, da miséria dos cidadãos, como resultado da estratégia política não restam dúvidas de que os “ANGOLANOS PRECISAM ODIAR OS PARTIDOS POLÍTICOS” e, com isso, encontrar outros modelos organizacionais socialmente capazes de cuidar dos seus interesses no verdadeiro sentido e sem “pactos políticos onerosos”, pois, ajudam a enriquecer elites que nem cinco porcento da população representam.

Colhido de: Vasco Teca Gama
O GRANDE CONVITE A TOD(A)OS ANGOLAN(A)OS

Hoje o Convite é endereçado a tod(a)os angolan(a)os que pensam fora da caixa viciada do MPLA, àqueles que são mais instruidos, têm maior capacidade de raciocínio, os sofredores e excluidos de quase tudo, dos quais, temos certeza serem a maioria em ANGOLA.

Refletimos no seguinte: Agora, faltam 5 anos para as proximas eleições e dentro desses 5 anos, teremos novamente oportunidade de votar e com a decepção de ver outra vez o MPLA manter-se no poder mais uma vez.

Sim, porque existe democracia em Angola, desde que seja sempre o MPLA a ganhar essas eleições nunca houvera mais guerra em Angola, nem fome, nem pobreza, nem roubo, nem assassinatos, nem exclusão, nem persegiçoes, nem desemprego, em fim, nunca faltara nada, assim mentem o pacato cidadão;

Existe também oposição, uma oposição que é muito bem vinda em Angola desde que não se oponham aos ideias de gpovernação maquiavelica do MPLA. Por outro lado, também nós os cidadãos de bem, ficarmos quietos e bem caladinhos, diante de toda esta e outras atrocidades cometida pelo MPLA, certamente, viveremos em Paz e nos garantirão casas rachadas de paredes para então aparecermos na TPA e RNA como cidadão que beneficiam da benevolencia do Estado angolano ou ainda do Executivo do MPLA.

Porém, não somos obrigados a nos calar, pois não somos marionetes e nem devemos aceitar ser mais manipulados, por sermos pensantes. Um adágio do sul de Angola, diz: “ Quando o burro berra, é porque o peso que lhe foi imposto a levar, está demasiadamente pesado.” E nós estamos cansados com as mesmissimas pessoas as nos aldrabarem todos os dias, como se de criancinhas fossemos.

Hoje, já não é mais possível tolerar os mesmos erros, que desvertituaam o País que nos apresentam, cheio de infraestruturas sem condições de vida para o cidadão e nem tão garantia de vida quer par si como para a sua futura geração, cujo erros cometidos pelos politicos, as consequências recaem somente ao povo.
Se não vejamos:

1 Os sistemas de saúde, educaçao, emprego, saneamento básico, serviços nacional de infpormação, e mais, continuam sendo os mesmos, que se encontra desenquadrado e fora do benefício do povoangolano;
2. Os Governantes caducos, continuam no poder para bem desfalcarem os cofres do estado;
3. Os infortunos com a energia elétrica, idem;

4. Água potável não existe;
5. A mortalidade infantil, e a miséria são a grande herança que incutem e crescem exponencialmente, a cada dia que passa;

6. As mordomia( Lexus), as mansões, e viagens milionárias continuam nos mesmissimos lugares desde 1975;
Tudo que querem é que assistimos ao teatro por mais 5 anos. E ainda nos dizem: dentro de 5 anos havera mudanças, e quando estivermos na véspera das eleições, começarem apresentar ( Pontes, estradas, fazer inaugurações aqui e acolá tudompara desvirtuar a mente dos cidadãos, que na verdade este governo de gatunos, apesar de roubarem, estão a trabalhar também um pouco).

Quem com mínimo de cerebro continuam acreditar nisso? Ou devemos estar a tocar o Batuquenpara quenentedamosque estamos a ser engandos e governados por bandos de Gangues bem organizados? Roubam, saqueam, desviam, matam, aldrabam, e depois venham aompublico dizer: Precisamos ficar mais 5vanosnpara melhor a vida do angolano. Que angolano? Seus filhos e familiares. E Você, quando vai melhorar?

O Movimento de União Nacional (MUN) apresenta-nos uma nova visão revolucionária para a nova Angola próspera que todos almejamosç. Pois, o MUN não tem assentos no Parlamento para aquecer cadeiras, não vive das mordomias pagas pelo dinheiro esturquido do povo. O MUN é um Moviemnto Revolucionário Independente do MPLA e reconhece os valores intelectuais do povo angolano. Além da sua identidade cultural que tanto respeita.

Já não é mais possível permitir que o povo seja enganado, massacrado e manipulado para vão cegamente as urnas com uma finalidade bem definida, legitimar a fraude eleitoral e prolongar a estadia do MPLA no poder em Angola.
O MUN está em Angola e numa incansavel batalha de mobilização que se faz dia e de noite, com uma só finalidade: Recrutar pessoas que consigam entender e partilhar esta nova visão: “ Devolver a Angola a sua grandeza” e i ncluir todos angolanos sem exceção noaprelo governativo e participarem de forma colectiva e ordeira no desenvolvimento do seu País que o viu nascer e defender a sua Patria com unhas e dentes contra os usurpadores do poder e da sua riqueza e que s´ensinoa lhes a divisão e exclusão como boa herança.”

Então, o MUN está aqui para revolucionar a mente dos angolanos de forma organizada e com objetivo bem claro: Derrubar a todo custo o MPLA, quer seja hoje ou amanhã, vai ter que saír e para sempre e para nunca mais voltar a governar Angola. Isto, sim vai acontecer, custa o que custar e leva o tempo que levar.

Sabe porque? Para devolver ao povo a sua soberania e verdadeiramente, fazer de Angola o País sonhado pelos nossos pais e avós quando da luta pela independência: Termos uma Angola para verdadeiramente livre, uma Angola para os Angolanos sem distinção de cor e de raça ou religião, sem disputa son cores partidária, e permitir que o povo escolhe livremente os seus governantesde forma ordera e inclusiva. Infelizmente, este sonhocaiu no saco roto.


Hoje, muitos não acreditam na força que o MUN tem, só que a força do MUN está no sucesso do povo angolano. E não de nenhum Partido Político. Aliás, o MUN não é um Partido Político, é um amplo Movimento aglomerador de todo o povo angolano que quer ver seu País a desenvolver junto o angoalno.

Nós sabemos que o MPLA tem todos nossos documentos, onde está espelhado o nosso programa de governaçao que tentam cabular, infelizmente, nunca conseguirão de imitar o suficiente daquilo que pretendemos e que vamos fazer. Vão mexendo aqui e acolá, mas nada é igual ao original e nós temos o original.

Outro, o MPLA como a sua oposição, não gostam e nem conseguem pronunciar a palavra MUN, sentem incomodados pelo peso que careta este nome, mas aconselhamos que tentem pelo menos suletrar a palavra M U N ou ainda chamar: Movimento de União Nacional, vai ajudar o povo saber que quando perderem o poder, pelo menos um dia falaram sobre o MUN e podem crer, quenompovo vos perdoara por isso,mpor soar bem aos ouvidos do povo.

Mas notamos que têm medo de pronunciar etse nome, e não sabemos porque? Mas entendemos que já descobriram que depois da sua queda, muita coisa vai mudar desde o caracter ao comportamento do povo angolano, as suas pacietas infelizmente, que ensinaram ao povo, vai acabar, os maltratos ao povo também vai av«cabar e a fome e miseria, vai desaparecer comomo MUN no poder. Eles sabem disto, e opovo vai abrir as vistas e dirão: estavamos memso a ser aldrabados.

Todas as mordomias que têm gozado, vai acabar e ficarão totalmente, despidos. E será o momento que o povo vai receber de volta a sua soberania usurpada desde 1975.

O MUN, vai colocar ordem em casa, todo mundo vai trabalhar e ganhar bem, terão assistência social bem garantida, terão boa saúde e seus filhos terão um boa educação de qualidade gratuita ( já nãoprecisarão deviajarv parabirem hipotecarvseusnfilhos nos outros Países), os Colégios todos serão comparticipados e a Sociedade Civil, vai desempenhar o seu verdadeiro papel de agente de pressão e fiscalizador, onde a Igreja vai desempenhar o seu verdadeirro papel no seio da sociedade.

Os Fiscais, já não vão correr com as Mamãs nas ruas, mas sim terão que ajudar o Governo cumprir e fazer cumprir seu programa de goveranção e acompanhar o empenho de cada Governante e sugeriri melhorias e alterações. Acabará a corrupção, a perseguição, a mortalidade infantil, os militrares, os policias, e os de serviços secretos, terão o mesmo equilibrio de funções, não havera enteados e nem filhos como vimos agora com o MPLA que só sabe valoriza os agentes do serviço secreto do estado que mais trabalham pela manutenção do MPLA no poder, perseguindo todos que pensam diferente e mesmo de quem lê um simples Livro que não fala bem do MPLA ( fanatismo e obsessão politica) é preso e condenado.

É verdade que o MUN em Angola ainda não tem uma Sede física para aparecer como estão os outros o que já era de esperar, por ser um Movimento Revolucionário independente e que tem fins bem explicito que contraria os maquiavelistas e gatunos que estão a roubar o nosso País de tudo quanto tem como riqueza, como por exemplo o saque que vivenciamos na SONANGOL.

Nossa missão é derrubar o MPLA do poder já que as eleições só são manobradas sistematicamente por eles e a coitada oposiçõa só fica a bater palmas e correr no palácio para tomada de posse e dirigirem-se ao parlamento assitindo e ajudar o MPLA a orquestrar o País.

O MUN trabalha com Delegados e Embaixadores, estes são os nosos representantes em todo Mundo onde quer que o MUN esteja instalado, sãomos que orientam todos os trabalhos que temos vindo a desenrolar em quase todo Mundo, em prol do povo angolano e capacitar os filiados.

Hoje é sua vez de fazer parte deste magno movimento que esperava por muito tempo por Você, chegou o seu dia de se inscriver e fazer parte das fileiras do MUN para defesa de uma causa justa: “Defender o Paìs das mãos dos Ladrões, Malandrões, Assassinos, Bandos de Gangues e devolver a Patria a sua Grandeza.

Seja defensor desta Patria e preencha sua Ficha de membro e pronto, já fazes parte da grande familia angolana: MUN ou ainda, vá ao site: www.munangola.com ou então ao email: angolapatrialivre@ gmail.com onde poderas apresentar qualquer dúvida e nossa equipa de trabalho em momento nenhum se cansara esclarecer suas inquetações.
Somos o Movimento Deusista Deocrático que tem seu objectivo bem claro: Repensar Angola e devolver a Pátria a sua Grandeza,

Então, seja já um Munista e diz: “
Eu sou a Pátria porque a Pátria me pertence.
Tudo pela Pátria e nada contra Pátria.
Deus-Pátria-Familia.”
Viva Angola
Viva o MUN e Viva o Líder Dr. Karl Manuel Sarney Mponda

CONSELHO POLITICO DO MUN

O Vice Líder
Carlos Silva
MAIS UM DIRIGENTE DA UNITA ELIMINADO EM MALANJE

A pátria Angolana já não precisa mas derramamento de Sangue!!

Foi suficiente o 27 de Maio 1977, Assassinato dos quadros da Unita 1992 ,Caça às Bruxas 1993,.
Morte do Jornalista Ricardo Melo, Alves, e Isaías Cassule, Monte Sumi, recentes acontecimentos na Província de Benguela etc..

Hoje acordei bastante indignado com a triste notícia de mais um assassinato do Secretário da Unita no Município de Kambundi-Katembo ocorrido na noite do dia 15 do mês em Curso!!

Essa é a Paz que vos agabam nos terem dado?

Aonde ser opositor é um túmulo cavado?

Meus pêsames à direcção da Unita em Malanje.

Exijamos a justiça conjuntamente.
Esperamos pela reação do partido em Malanje.



Por : Teka Dya Quinda Malanje
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